CTG Brasil entrega Núcleo Comunitário reformado e ampliado à comunidade em Cerro Negro

Obra inclui melhorias que beneficiam a população de Campinho

A CTG Brasil acaba de entregar as obras de reforma e ampliação do Núcleo Comunitário para a comunidade Campinho, do município de Cerro Negro, em Santa Catarina. As obras incluíram melhorias na igreja, no salão de festas e na escola primária, além de estruturas de apoio para eventos e festividades, como novos banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, vestiários, cozinha e churrasqueiras. A reforma e ampliação das instalações fazem parte das obras compensatórias relacionadas à Usina Garibaldi, operada pela CTG Brasil.

“Essa ação vai ao encontro do objetivo da CTG Brasil de participar da vida e do desenvolvimento das comunidades nas regiões em que atuamos, uma das nossas prioridades. A nova estrutura entregue representa um benefício para a comunidade, na medida em que oferece espaço renovado para utilização pública em celebrações, reuniões, confraternizações, configurando um novo ponto de encontro e melhorando a qualidade de vida”, afirmou Ronan Max Prochnow, coordenador de Meio Ambiente da UHE Garibaldi.

Durante a cerimônia, o coordenador de Meio Ambiente repassou em ato simbólico as chaves para o prefeito de Cerro Negro, Adenilson Conrado, e representantes da Associação de Moradores e Produtores Rurais, juntamente com a assinatura da documentação de entrega e conclusão dos serviços.

Em março deste ano, a CTG Brasil entregou à comunidade a reforma do Centro Comunitário Araçá, também em Cerro Negro (SC), e, em abril, uma nova igreja para a Comunidade Rodeio da Pedra, de Campo Belo do Sul (SC), outro município banhado pelo reservatório da Usina Hidrelétrica Garibaldi.

Projeto da CTG Brasil e Bio Bureau é um dos vencedores do Prêmio Brasil Bioeconomia 2019

A pesquisa de controle biotecnológico do mexilhão-dourado para reduzir a reprodução da espécie foi premiada na Categoria Ideias

Um projeto financiado pela CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, e executado pela startup de biotecnologia Bio Bureau foi um dos vencedores da edição 2019 do Prêmio Brasil Bioeconomia, a mais importante premiação sobre biotecnologia do País. A iniciativa, ganhadora na categoria Ideias, foi a pesquisa de controle biotecnológico do mexilhão-dourado, espécie invasora de origem asiática que afeta a operação das hidrelétricas e reduz a geração de energia elétrica dos empreendimentos.

A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu hoje durante o Fórum Brasil Economia 2019, uma iniciativa da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI). Realizado em São Paulo, o evento reuniu mais de 200 representantes da indústria, governo, imprensa, investidores, academia e sociedade civil. A CTG Brasil foi representada na premiação pelo gerente de Meio Ambiente, Rogério Marchetto e pelo gerente de Pesquisa & Desenvolvimento, Carlos Nascimento. O prêmio foi recebido pelo sócio fundador da Bio Bureau, Mauro Rebelo.

“O respeito ao meio ambiente e o desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor elétrico brasileiro são pilares estratégicos da CTG Brasil. A conquista deste prêmio, reconhecendo o pioneirismo da iniciativa, é uma prova de que estamos no caminho certo, trabalhando com os melhores parceiros para inovarmos e contribuirmos para o desenvolvimento sustentável de nossas operações”, afirma o diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil, Aljan Machado.

O projeto do controle genético do mexilhão-dourado, realizado no âmbito do programa de Pesquisa & Desenvolvimento da ANEEL, é uma pesquisa pioneira no Brasil e tem como objetivo mitigar os impactos econômicos e ambientais causados pelo molusco da espécie Limnoperna fortunei. Considerado um invasor, ele não tem predadores naturais na fauna brasileira e se aloja nos sistemas de captação de água das turbinas de geração, comprometendo a operação, além de ser um risco para os ecossistemas aquáticos, causando desequilíbrios na fauna e flora locais.

Dentre os prejuízos socioambientais causados pela proliferação desordenada do molusco estão: 1) a destruição da vegetação aquática; 2) a ocupação do espaço e disputa por alimento com moluscos nativos; 3) prejuízos à pesca, uma vez que os peixes não conseguem digerir a casca dura do animal e acabam morrendo; 4) entupimento de canos e dutos de água, esgoto e irrigação; 5) prejuízos à navegação; e 6) impactos à geração hidrelétrica.
No caso da produção da energia elétrica, os moluscos, ao se prenderem às turbinas, grades, filtros e sistemas de resfriamento, reduzem a eficiência dos equipamentos e obrigam as empresas a fazerem paradas para a manutenção das máquinas. De acordo com a Bio Bureau, a necessidade de retirada dos mexilhões obriga as usinas a interromperem, em média, as suas operações por três dias ao ano, gerando um custo de manutenção que varia de R$ 220 mil a R$ 1,4 milhão anuais.

Para enfrentar este problema, que afeta 40% das hidrelétricas brasileiras, a CTG Brasil, a Bio Bureau e o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai (CETIQT) estão pesquisando a criação de um mexilhão geneticamente modificado que gera apenas descendentes estéreis e, assim, reduz as taxas de reprodução do molusco, combatendo a sua proliferação descontrolada. A erradicação da espécie solucionaria os impactos negativos causados pela infestação nas águas brasileiras.

Para a alteração do genoma, foi utilizada a tecnologia CRISPR, capaz de reescrever o código genético do molusco. O resultado esperado após 10 anos é controlar a população do mexilhão, livrando o ecossistema dos seus impactos. Iniciada em 2017, a pesquisa está agora na terceira fase e conta com investimento total de R$ 8,12 milhões.

“O prêmio é um importante reconhecimento dos avanços que estamos alcançando na busca de uma solução definitiva para a infestação do mexilhão dourado. A tecnologia do Gene-drive ambiental é bastante nova e estamos trabalhando na fronteira do conhecimento para criar um produto inovador, que seja eficaz e ambientalmente responsável”, afirma Rebelo.

Os vencedores do Prêmio Brasil Bioeconomia 2019 foram escolhidos por um painel multidisciplinar de jurados que incluiu representantes nacionais e internacionais da academia, investidores, organismos não-governamentais, órgãos de fomento e das empresas patrocinadoras do evento. Mais informações sobre o Prêmio podem ser obtidas pelo site https://www.bioeconomia.com.br.

CTG Brasil anuncia novo diretor de Operações para usinas dos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim

Com 30 anos de experiência no setor elétrico brasileiro, o engenheiro Márcio José Peres assume a posição responsável pela operação de 10 usinas

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, anuncia Márcio José Peres como diretor de Operações e Manutenção das usinas nos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim. São 10 usinas, sendo oito hidrelétricas no rio Paranapanema e duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no rio Sapucaí-Mirim.

“Para mim, é uma satisfação fazer parte da equipe da CTG Brasil. A empresa tem um planejamento de longo prazo aqui no Brasil, que inclui projetos de modernização com o objetivo de termos operações e usinas ainda mais eficientes. Estarei diretamente envolvido nesses projetos e fico feliz de fazer parte desse processo a partir de agora com uma equipe comprometida em trazer ganhos para o setor elétrico brasileiro”, reforçou Peres.

Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC, Peres possui sólidos conhecimentos no desenvolvimento de projetos, construção e operação de hidrelétricas. O executivo também possui formação em liderança e gestão de pessoas, com treinamentos da Florida Christian University, e da Fundação Dom Cabral, além de curso internacional pela INSEAD.

Com 30 anos de experiência no setor elétrico, Peres ocupava anteriormente a posição de diretor estatutário de subsidiárias integrais de Geração da Cemig. Na estatal mineira, o executivo exerceu diversos cargos de liderança e foi membro titular do conselho de administração das SPEs UHE Itaocara SA e Guanhães Energia SA, além de membro titular do conselho de administração da holding Cemig.

Para o vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos, a chegada de Peres ao time de O&M vai permitir que a empresa avance com ainda mais agilidade os projetos que tem no Brasil. “Pensando na área de atuação do Márcio, concluímos recentemente a modernização da Usina Capivara e temos planos de iniciar em breve a de Rosana. E ele com toda a sua experiência com certeza vai nos ajudar a tocar esse e outros projetos com sucesso.”

CTG Brasil investe R$ 4,6 milhões em projeto para transformar plantas aquáticas em biocombustível

Projeto, em parceria com o Senai, foi apresentado para autoridades, pesquisadores e imprensa no dia 11 de julho, em Três Lagoas (MS)

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, em parceria com o Instituto Senai de Inovação Biomassa, apresentou no dia 11 de julho, em Três Lagoas (MS), o projeto Macrofuel: Aproveitamento Energético de Bio-Óleo Pirolítico de Macrófitas Aquáticas para Produção de Biocombustível.

Com investimento de R$ 4,6 milhões e duração de três anos, o estudo tem como objetivo avaliar o aproveitamento energético do bio-óleo proveniente de macrófitas aquáticas para utilização como combustível em motores tradicionais a diesel, e a possibilidade de seu uso nos processos produtivos das unidades.

Além de viabilizar o aproveitamento energético de um resíduo que pode se tornar um problema com sua propagação excessiva, o projeto realizará o mapeamento, monitoramento e a identificação das macrófitas – 86 espécies de plantas aquáticas já foram identificadas em outros estudos nos reservatórios de Ilha Solteira e Jupiá.

“Vamos usar ciência e tecnologia para propor uma solução inteligente e ecológica a um problema que afeta o uso da água e a operação das usinas hidrelétricas, exercendo o controle de macrófitas ao mesmo tempo em que transformamos os resíduos dessas plantas em energia”, diz Aljan Machado, diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil.

O que o estudo propõe é dar uma destinação mais adequada aos resíduos das macrófitas por meio da pirólise rápida, um processo de decomposição de materiais aplicando altas temperaturas. O principal produto desse processo termoquímico é o bio-óleo, que pode ser usado diretamente como combustível em motores a diesel ou ser processado e dar origem a produtos de maior valor agregado.

O projeto não abrange, a curto prazo, a comercialização direta do bio-óleo, visto que o foco é desenvolver uma metodologia de produção de biocombustível líquido para geração de energia.

Rodolpho Mangialardo, diretor-regional do Senai de Mato Grosso do Sul, reforça a importância de a instituição estar, cada vez mais, envolvida em parcerias desse tipo. “Entendemos que o início dessa parceria com a CTG Brasil indica que estamos alçando grandes voos em desafios, pesquisas e inovações, demonstrando o potencial do Senai com relação ao desenvolvimento de pesquisa e inovação e nossa capacidade para atendimento de empresas não só do Mato Grosso do Sul, como do Brasil e, também, do mundo.”

Danos à operação – As macrófitas são importantes para o ecossistema hídrico, pois fornecem alimento e abrigo a organismos aquáticos, além de auxiliarem na proteção às margens dos rios. Sua reprodução rápida e excessiva, no entanto, afeta a navegação, a pesca e, no caso dos reservatórios, também a geração de energia hidrelétrica.
Desde 2016, só na Usina Jupiá, a CTG Brasil já retirou mais de 2.315 m³ de macrófitas das grades da usina, equivalente a mais de 2 mil toneladas de plantas aquáticas.

Em 2017, o desprendimento de macrófitas no reservatório da Usina Jupiá afetou a operação de 10 unidades geradoras, causando, no total, indisponibilidade de cerca de cinco meses para o sistema e um custo de manutenção de R$ 3,8 milhões para a empresa.

Atualmente, visando o mínimo impacto ambiental, a CTG Brasil realiza a remoção física das macrófitas e as submete a um processo de compostagem. Quando se acumula uma grande quantidade, o composto gerado é doado a prefeituras para ser usado em viveiros e hortas.

Investimentos em inovação – Além de reverter em ganho de eficiência para suas operações, o investimento da CTG Brasil em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) tem por objetivo gerar conhecimentos técnicos e científicos que contribuam para o crescimento do setor elétrico brasileiro e, consequentemente, do País. Em 2018, a empresa destinou R$ 8 milhões a atividades de P&D.

Atualmente, somam-se ao estudo para identificação, controle e reaproveitamento energético das macrófitas outros projetos importantes – como a esterilização de mexilhões-dourados para o controle populacional desta espécie invasora nos rios brasileiros. Sem predadores naturais, o mexilhão, presente em 40% das usinas do País, prolifera-se e compromete a geração de energia hidrelétrica.

Projeto da CTG Brasil para controle de mexilhão dourado é premiado pelo Benchmarking Brasil

A CTG Brasil acaba de ser reconhecida e certificada pela excelência de suas práticas ambientais durante o XVII Bench Day, realizado no último dia 26 de junho, em São Paulo (SP), pelo programa Benchmarking Brasil. O case “Controle da infestação por mexilhão dourado por indução genética da infertilidade” foi o segundo colocado na categoria Sênior de Melhores Práticas e Projetos de Sustentabilidade. O trabalho concorreu com outros 25 de todo o Brasil, dos quais nove foram finalistas e apresentados no evento.

O estudo, pioneiro no País e desenvolvido pela CTG Brasil em parceria com a Bio Bureau, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Senai, é de grande importância para o setor elétrico brasileiro, pois tem por objetivo erradicar os mexilhões dourados dos rios e reservatórios por meio da reprodução de mexilhões geneticamente modificados que produzem apenas descendentes estéreis. Calcula-se que a incrustação de mexilhão dourado, espécie invasora sem predadores naturais no País, afete cerca de 40% dos empreendimentos de geração hidrelétrica do Brasil.

“Os custos para os processos de manutenção associados a infestações do molusco variam entre R$ 220 mil e R$ 1,4 milhão anuais para cada uma das usinas afetadas, além de impactos negativos à biodiversidade nativa, prejuízos à pesca, problemas para o setor de saneamento, como entupimento de canos, dutos e tubulações de água, esgoto e irrigação”, diz Aljan Machado, diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil. A empresa já investiu mais de R$ 2,5 milhões no projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Sobre o programa

O Programa Benchmarking Brasil é um dos mais respeitados selos de sustentabilidade do País que reconhece, certifica e compartilha as melhores práticas socioambientais das instituições brasileiras. Com metodologia própria reconhecida pela ABNT, já certificou 388 práticas de 200 instituições de 28 diferentes ramos de atividades. Nesta edição, 218 especialistas de 25 diferentes países participaram da banca avaliadora que selecionou e certificou os cases Benchmarking, dentre eles, o renomado cientista Carlos A. Nobre.

Como resultado, o programa disponibiliza uma plataforma de inteligência coletiva em sustentabilidade com banco digital, vídeos, revistas e livros com livre acesso na internet, além dos fóruns de sustentabilidade presenciais.

Em 2013, o Programa Benchmarking venceu o Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara Brasil Alemanha na categoria Humanidades. Há dois anos, incluiu os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na metodologia de seleção dos cases e projetos, e cumpre uma intensa agenda para compartilhar e fomentar práticas alinhadas aos ODS. Também registrou suas metas e compromissos na plataforma Parcerias para Sustainable Development Goals (SDGs) das Nações Unidas.

“Reconhecimentos como este são fundamentais para que o País conheça o que empresas, pesquisadores e universidades têm feito para o desenvolvimento de um ambiente cada vez mais sustentável”, complementa Machado.

Sobre o projeto

O mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) está entre as mais temidas espécies invasoras nos rios brasileiros e se tornou uma das grandes preocupações em usinas hidrelétricas. O objetivo do projeto é criar mexilhões geneticamente modificados que serão liberados vivos em reservatórios de usinas hidrelétricas e outros locais infestados para produzir apenas descendentes estéreis, levando à sua eliminação ao longo do tempo. Esse mesmo modelo já foi utilizado para controlar mosquitos da dengue e da malária no Brasil e em outros países.

A infestação pelos mexilhões dourados, uma espécie exótica invasora, originária do sul da Ásia, é uma das causas mais importantes de incrustações que afetam peças expostas a ambientes aquáticos. Nas usinas hidrelétricas, há um impacto especialmente problemático em trocadores de calor, pois a incrustação dos mexilhões restringe a vazão e, se não for corretamente tratada, pode causar o completo bloqueio do sistema de resfriamento, levando ao seu colapso.

O molusco provoca perdas econômicas significativas causadas por frequentes paradas para manutenção, limpeza, troca de tubos ou peças, assim como maior consumo de energia para transporte da água em sistemas parcialmente bloqueados. Como não há predadores naturais fora da Ásia, a infestação causa danos ecológicos e econômicos sem precedentes.

O projeto é desenvolvido em diferentes frentes: identificação dos genes relacionados à reprodução no genoma do mexilhão; levantamento do grau de infestação nas bacias hidrográficas e reservatórios; ferramentas moleculares para modificar o genoma dos mexilhões e definição dos instrumentos regulatórios para o uso da nova solução. Já foram identificados por bioinformática 26 genes relacionados à reprodução nos mexilhões e assim avança na resolução do problema de maneira definitiva.

CTG Brasil conclui modernização da Usina Capivara

Maior hidrelétrica do rio Paranapanema ganha 24 megawatts de potência após modernização. Projeto recebeu investimento de R$ 150 milhões

A CTG Brasil acaba de concluir o processo de modernização e repotenciação da usina Capivara, maior hidrelétrica do rio Paranapanema. Com o ganho de 24 megawatts (MW) de potência, a capacidade instalada de Capivara deve alcançar 643 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 1,2 milhão de habitantes. A CTG Brasil ainda aguarda homologação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para os últimos 8 MW da repotenciação.

O projeto, iniciado em 2016, envolveu a modernização das quatro unidades geradoras e a repotenciação das unidades 1, 2 e 4. Além de mais energia, a modernização traz maior eficiência e confiabilidade para a usina e outras vantagens, como a instalação de equipamentos com tecnologia de ponta nos diversos sistemas de monitoração e controle das unidades geradoras.

Outro ganho é que as novas turbinas instaladas possuem rendimento nominal de 92%, contra 85% das antigas, o que permitiu o aumento de 15,6 MW de energia disponível para venda, assim como a produção de mais energia com menos água passando pelas turbinas.

A obra, orçada em R$ 150 milhões, foi concluída com 30 dias de antecedência em relação ao planejamento inicial, e contou com o envolvimento de cerca de 130 profissionais da CTG Brasil e da Voith, empresa parceira no projeto de modernização.

Para o gerente de Operação e Manutenção da UHE Capivara, Alexander Dáquila, “a modernização representa um marco para o sistema elétrico brasileiro, já que a usina, que tem 42 anos e é uma das mais importantes da região, passa a operar com mais capacidade e com tecnologia avançada”.

Renato Castilho, gerente de Engenharia de Manutenção da CTG Brasil, lembra que “a Usina Capivara foi pioneira no projeto de repotenciação no Brasil. Também foi uma das pioneiras na utilização do processo regulatório que permite o aumento da energia disponível para a venda com maior rendimento das turbinas”.

Além da usina hidrelétrica Capivara, no Paranapanema, a CTG Brasil está modernizando as usinas Jupiá e Ilha Solteira, no rio Paraná, um projeto de R$ 3 bilhões e que levará até dez anos para ser concluído. A obra envolve a modernização de 34 unidades geradoras e a implantação de um centro de operação integrada, utilizando o que existe de mais atual na tecnologia de operação de usinas hidrelétricas.

Inaugurada em março de 1977, a Usina Capivara é operada desde 2016 pela CTG Brasil, que detém a concessão até 2029. Importante para o lazer e a economia na região, o reservatório banha nove cidades paulistas e 12 paranaenses

CTG Brasil divulga Relatório Anual de Sustentabilidade

Material destaca o desempenho social, ambiental e econômico da empresa que completou em 2018 cinco anos de atuação

A CTG Brasil acaba de disponibilizar o seu Relatório Anual de Sustentabilidade, de acordo com os padrões da Global Reporting Initiative (GRI). O relatório traz o desempenho social, ambiental e econômico alcançados pela companhia em 2018, considerando todas as operações e subsidiárias, além dos investimentos e das principais ações e programas realizados no último ano. A companhia fechou 2018 com receita bruta de R$ 5,6 bilhões e R$ 300,6 milhões em investimentos.

“Em 2018, comemoramos cinco anos de atuação. Nesse curto período, construímos um portfólio sólido, nos tornamos a segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, com capacidade instalada de 8,28 GW. Formamos um time forte, com uma cultura orientada por segurança, excelência operacional, ética, transparência nos negócios e respeito às pessoas e ao meio ambiente”, afirma Li Yinsheng, presidente da CTG Brasil.

“As ações realizadas e divulgadas nesse relatório demonstram nosso compromisso de longo prazo com o Brasil, um mercado que consideramos estratégico devido às suas necessidades energéticas e em função do seu potencial de crescimento, e recursos para o desenvolvimento e operação de geração de energia renovável em larga escala – principal negócio da CTG”, completa Li.

Investimentos na modernização de ativos

No ano passado, a empresa seguiu com o seu projeto de modernização das usinas Ilha Solteira e Jupiá, localizadas no Rio Paraná, e chegou às etapas finais do projeto de modernização de três turbinas da usina Capivara, no Rio Paranapanema. No total, foram investidos R$ 300,6 milhões nas atividades.

Na modernização de Ilha Solteira e Jupiá, o investimento total será de R$ 3 bilhões, com período de execução previsto de dez anos, e inclui a reforma das 34 máquinas das duas usinas, sua automação e um novo Centro de Operação da Geração (COG), além de melhorias nos serviços auxiliares, equipamentos de içamento e vertedouros. O projeto, considerado o maior já realizado no País, tem como objetivo garantir maior confiabilidade e disponibilidade dessas operações ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)

A companhia destinou, em 2018, R$ 8 milhões a atividades de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), focando, principalmente, em projetos orientados a criar conhecimento técnico e científico para apoiar ganhos de eficiência das operações da companhia, o crescimento do setor elétrico brasileiro e projetos de meio ambiente e sociais. Dentre os temas dos projetos estão a esterilização dos mexilhões-dourados para controle da população do molusco (espécies invasoras nos rios brasileiros); a criação de um regulador pneumático para a velocidade das turbinas hidrelétricas; identificação e controle de macrófitas; gestão de diversidade de peixes e valoração de serviços ecossistêmicos.

Visão sustentável

Para avançar em sua estratégia de sustentabilidade, a empresa, que já era signatária do Pacto Global, se tornou membro da Rede Brasil do Pacto Global e passou a integrar o Comitê Brasileiro do Pacto Global, instância de governança que dá encaminhamento aos programas no país. Promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.

Engajamento com a comunidade

Valorizar e fortalecer as comunidades próximas às operações são pontos primordiais à CTG Brasil. Por isso, a empresa realizou atividades no valor de R$ 15,5 milhões para estabelecer relacionamento duradouro com as populações dos entornos das unidades. Elas se concentram em temas como educação, cultura e incentivo ao esporte, e beneficiaram cerca de 600 mil pessoas durante o ano.

Proteção ambiental

O uso sustentável dos recursos e o respeito ao meio ambiente são a base da atuação de proteção ambiental da companhia. Por isso, buscamos desenvolver ações e programas voltados à proteção da biodiversidade, restauração de habitats naturais, prevenção da poluição e adaptação às mudanças climáticas. Em 2018, realizamos a soltura de 3,6 milhões de alevinos de peixes de espécies nativas nas regiões dos reservatórios onde a empresa atua para ampliar a biodiversidade e o estoque pesqueiro dos rios.

Atividades de educação ambiental e a doação de mudas de árvores a proprietários do entorno dos reservatórios também estão entre as ações realizadas. Em 2018, por exemplo, 107.735 mudas foram doadas para plantio de áreas de terceiros em 25 municípios da região do Rio Paranapanema e 950 mudas foram plantadas na região da Usina Garibaldi, no rio Canoas, em Santa Catarina (SC).

2018 em números

A hidrologia na região dos reservatórios das usinas da empresa, em 2018, foi desfavorável causando queda de 1,4% na geração de energia, que chegou a 33.948,9 GWh. Ainda assim, a taxa de disponibilidade das usinas ficou, mais uma vez, acima dos limites regulatórios, resultado que reflete, principalmente, a experiência, capacidade técnica e comprometimento de suas equipes, a consistente política de investimentos da Companhia e o eficiente programa de manutenção dos equipamentos.

Em relação ao desempenho financeiro, a receita líquida combinada das operações da CTG Brasil totalizou R$ 2,8 bilhões em 2018 e a geração operacional de caixa (Ebitda) foi de R$ 1,4 bilhão. Os números foram impactados devido ao ajuste na metodologia contábil aplicada ao ativo financeiro da Rio Paraná Energia. Normalizando esse efeito contábil, a receita líquida combinada atingiu R$ 4,7 bilhões e o Ebitda foi de R$ 3,2 bilhões.

Para conhecer o Relatório de Sustentabilidade 2018 da CTG Brasil, acesse www.ctgbr.com.br/relatorioanual2018.

CTG Brasil participa do Energy Solutions Show

Além de estande para visitantes, empresa ministra workshop sobre sua atuação no Brasil, incluindo a comercialização de energia, e a modernização de seus ativos

Nesta semana, a CTG Brasil participa do evento nacional mais completo do setor elétrico: o Energy Solutions Show. Vitor Lazzareschi, diretor Comercial da empresa, ministra logo na abertura do primeiro dia, às 10h, o workshop “CTG Brasil: cinco anos de atuação no País e investimento na modernização de ativos”.

“Em 5 anos no Brasil, já estamos entre as principais geradoras de energia do País e temos investido em projetos inovadores, que tragam mais robustez, eficiência e confiabilidade para as nossas operações. A modernização das Usinas Jupiá e Ilha Solteira, por exemplo, que é o maior projeto de modernização de hidrelétricas em andamento no País”, destaca Lazzareschi. “Além disso, participar do Energy Solutions é uma oportunidade de estabelecermos relacionamento com um público ainda maior e mais amplo, apresentando nossas soluções e serviços em comercialização de energia”, completa.

Os participantes do evento também podem visitar o estande da CTG Brasil para conhecer mais sobre a empresa, que atua no país desde 2013, e já é referência em geração de energia limpa.

O Energy Solutions Show é considerado um dos eventos mais completos do setor. Direcionado tanto para consumidores industriais e comerciais, quanto para a cadeia produtiva, o foco do evento é reunir soluções em energia elétrica. Durante os dois dias, os participantes poderão conferir soluções, inovações e tecnologias para negócios de energia, além de congressos e debates sobre questões relacionadas a energia solar fotovoltaica, cogeração, e boas práticas e novas tecnologias para os consumidores de energia.

O Energy Solutions Show acontece em São Paulo (SP), nos dias 28 e 29 de maio, e reúne especialistas, consumidores industriais e comerciais e empresas de energia no Transamérica Expo Center.

Para mais informações acesse: www.energysolutionsshow.com.br

CTG Brasil marca presença em Seminário Nacional de Grandes Barragens

Além de patrocinar o evento, empresa terá profissionais liderando debates e workshops sobre legislação e tributos sobre empreendimentos hidráulicos, e rupturas de barragens

Na próxima semana, a CTG Brasil participa do maior evento sobre barragens do país. O XXXII Seminário Nacional de Grandes Barragens acontece em Salvador (BA), entre 20 a 23 de maio, e deve reunir especialistas de diversos países para debater temas relacionados a questões ambientais, econômicas, técnicas e de segurança, inovações tecnológicas, legislação, fiscalização e métodos construtivos, entre outros.

Em conjunto com o Seminário, o Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB) promove também, no dia 23, o II Simpósio Internacional de Segurança de Barragens em parceria com os Comitês Chinese National Committee on Large Dams (CHINCOLD), Spanish National Committee on Large Dams (SPANCOLD) e o United States Society on Dams (USSD).

Além de ser uma das principais patrocinadoras do evento, a CTG Brasil terá profissionais de sua equipe participando de debates, mesas redondas e workshops, discutindo diversos temas e compartilhando práticas e experiências relacionadas à legislação e tributos sobre empreendimentos hidráulicos, efeitos e implicações de rupturas de barragens em cascata, gestão de emergência, entre outros. No estande da empresa no evento, os visitantes poderão conhecer mais sobre a trajetória da CTG no Brasil.

“O Brasil conta hoje com mais de 1.300 barragens de usinas hidrelétricas, que são responsáveis pela geração de cerca de 65% da energia do país, então é fundamental abordarmos essa questão das barragens constantemente. Encontros e eventos como esse nos permitem conhecer novas tecnologias, trocar experiências e aprender com a melhores práticas para operarmos usinas e barragens com cada vez mais excelência”, afirma César Teodoro diretor de Operação & Manutenção.

Agenda com representantes da CTG Brasil:

20/5, às 14h – Mesa redonda: Legislação e tributos incidentes sobre empreendimentos hidráulicos – Participação de Pedro Nunes, Gerente de Engenharia Civil e Segurança de Barragem

22/5, às 15h30 – Workshop: Ruptura de barragens em cascata – Efeitos e implicações em gestão de emergência – Apresentado por Pedro Nunes e Vitor Hugo Morais, coordenador de Engenharia Civil e Segurança de Barragem

23/5, às 8h30 – II Simpósio Internacional de Segurança de Barragens, com a participação do CHINCOLD, SPANCOLD e USSD – Debate presidido por Cesar Teodoro, diretor de Operação & Manutenção

Para mais informações acesse: http://www.cbdb.org.br/xxxii-sngb

CTG Brasil celebra parceria com Unesp de Ilha Solteira

Estudos têm como foco a conservação da biodiversidade na região. Apresentação para imprensa e autoridades ocorre no próximo dia 17

Com o objetivo de conservar e perpetuar espécies da fauna e flora na região de Ilha Solteira, a CTG Brasil firmou parceria com a Unesp para desenvolver o projeto “A biodiversidade da Ilha Solteira e seu entorno”. A apresentação do estudo para a imprensa e autoridades, bem como os primeiros resultados, será no próximo dia 17 de maio, a partir das 10h, no Anfiteatro DEFERS, da Unesp de Ilha Solteira.

O projeto teve início em fevereiro de 2019 e será executado ao longo de um ano. As pesquisas estão concentradas na ilha fluvial que dá nome à cidade, localizada a jusante da barragem da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. O local foi declarado Patrimônio Histórico, Público, Cultural e Municipal, em 2003, e Área de Proteção Ambiental, em 2004.

“Nossa intenção com a parceria é gerar conhecimento com foco na conservação ambiental. Esses estudos nos ajudarão a levantar informações sobre o ecossistema da região que até então nós não tínhamos”, diz Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil.

No projeto, além de representantes da empresa, estão envolvidos 9 professores e 10 alunos da Unesp de Ilha Solteira. O grupo atuará em quatro linhas de estudo: “Inventário da flora da ilha fluvial de Ilha Solteira”; “Conhecendo as aves da Ilha Solteira”; “Macrófitas aquáticas e mexilhão dourado: Resíduos com uso potencial como substrato na produção de mudas e plantio de espécies de cerrado e mata ciliar”, e “Geotecnia ambiental utilizando técnicas de bioengenharia de solos na recuperação de áreas degradadas”.

Além de produzir conhecimento, a parceria entre a CTG Brasil e a Unesp resultará na aquisição de 14 materiais permanentes para a universidade como microscópio, estufa, lentes, entre outros equipamentos laboratoriais.