CTG Brasil investe R$ 1 milhão em programa piloto para impulsionar trabalho e renda na região de suas hidrelétricas

CTG Brasil investe R$ 1 milhão em programa piloto para impulsionar trabalho e renda na região de suas hidrelétricas

Em parceria com o Instituto Meio, iniciativa oferece treinamento e acesso a crédito para micro e pequenos empreendedores, além de mentoria, aceleração e incubação para grupos produtivos

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa do País, em parceria com o Instituto Meio, instituição privada sem fins lucrativos, lança em março um programa piloto para fomentar a geração de trabalho e renda nas comunidades do entorno de suas hidrelétricas. Como parte do compromisso da empresa com o desenvolvimento socioeconômico dessas regiões e comunidades, o investimento de R$ 1 milhão será direcionado a ações de empreendedorismo e aceleração de grupos produtivos nas regiões das usinas Jurumirim, no rio Paranapanema, e Garibaldi, no rio Canoas, até 2022.

Intitulado Usina de Negócios, o programa auxiliará micro e pequenos empreendedores por meio de capacitação, e grupos produtivos, como pequenos agricultores, cooperativas, associações, entre outros, que contarão com mentoria, aceleração e incubação, incluindo consultoria especializada e recurso financeiro para os grupos escolhidos. “Nosso objetivo é contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde estamos inseridos. Esse objetivo se torna ainda mais relevante diante de um cenário de pandemia que prejudicou diversos setores, e as condições de trabalho e renda das famílias”, explica Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil. “As ações oferecerão alternativas às famílias que trabalham em setores relacionados aos reservatórios das hidrelétricas, como turismo e pesca”, completa a executiva.

Na região da Usina Jurumirim, a iniciativa viabilizará formação online para até 500 micro e pequenos empreendedores, principalmente das cidades de Avaré, Piraju e Itaí (SP), com foco em gestão, finanças e marketing. Já na região da Usina Garibaldi, os participantes de grupos produtivos localizados prioritariamente em Abdon Batista, Anita Garibaldi e Cerro Negro (SC) receberão mentoria presencial ou à distância para a elaboração de um plano de negócio que gere aumento da produtividade e renda, além de capital inicial ou encaminhamento para microcrédito, com acompanhamento de indicadores de resultados. Estão previstos, ainda, mapeamento e seleção desses grupos para aceleração, incubação e apoio para ganho de autonomia. Serão priorizados projetos de apoio às cadeias que envolvem agricultura familiar e turismo local.

“O nosso propósito é colaborar para uma sociedade mais justa e inclusiva, e levar oportunidades de desenvolvimento para os territórios selecionados neste programa. A tecnologia é nossa aliada neste momento de pandemia, pois, com ela, conseguimos escalar nossas capacitações e mentorias por meio do WhatApp e outras ferramentas. O apoio a empreendedores e cadeias produtivas locais contribui para o dinamismo econômico destas regiões, proporcionando oportunidades de geração de trabalho e renda que vão além da duração do projeto”, afirma Lars Diederichsen, presidente do Instituto Meio, parceiro executor do programa.

A primeira etapa do programa ocorreu em 2020, com o mapeamento das vocações produtivas e os potenciais grupos de produtores locais, a partir de diagnóstico. Representatividade da operação local, impactos da operação da empresa na comunidade e informações socioeconômicas foram os principais critérios usados na escolha das regiões para alocação dos recursos financeiros da CTG Brasil. O intuito é expandir a iniciativa para outras unidades da CTG Brasil nos próximos anos.

Inscrições

Os interessados em participar do programa e impulsionar seus negócios e produtividade, podem se inscrever até 9 de abril pelos sites: www.ctgusinadenegocios.com.br/empreendedorismo e www.ctgusinadenegocios.com.br/gruposprodutivos.

Compromisso de longo prazo com as comunidades

A estratégia de atuação da CTG Brasil nas regiões das 14 hidrelétricas administradas pela empresa inclui investimentos socioambientais que colaboram para a preservação do meio ambiente, desenvolvimento econômico e social no longo prazo. Apenas em 2020, foram investidos R$ 37 milhões em iniciativas socioambientais, como de educação ambiental, valorização da cultura local, proteção da biodiversidade, dentre outros, ampliando os impactos positivos de um modelo de negócio baseado 100% na geração de energia limpa.

No mesmo ano, 28 projetos sociais apoiados pela companhia foram planejados para impactar positivamente 316 mil pessoas de 84 municípios, por meio de investimentos realizados com recursos próprios e outros alavancados por leis de incentivo (cultura, esporte e fundos municipais da criança e do idoso).

Sobre a CTG Brasil

A CTG Brasil trabalha para desenvolver o mundo com energia limpa em larga escala. Segunda maior geradora privada de energia do País, conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com a matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. A empresa tem investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, com capacidade instalada total de 8,28 GW. Criada em 2013, é parte da China Three Gorges Corporation, uma das líderes globais em geração de energia limpa.

Sobre o Instituto Meio

O Instituto Meio atua há 15 anos para proporcionar oportunidades de trabalho e renda por meio de soluções economicamente viáveis, socialmente justas, ambientalmente sustentáveis e culturalmente aceitas. Em busca de uma sociedade mais justa e inclusiva, o Instituto Meio já impactou ao longo de sua trajetória mais de 60 mil pessoas em todo o Brasil com projetos de apoio ao empreendedorismo e inclusão produtiva.

CTG Brasil investe R$ 8 milhões em inovação de geração solar

CTG Brasil investe R$ 8 milhões em inovação de geração solar

Pesquisa vai analisar condições reais de geração fotovoltaica no País, buscando ganho de desempenho, confiabilidade e disponibilidade, com possível redução de até 10% no custo da energia.

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, iniciou um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para aumentar a confiabilidade e eficiência de usinas de geração solar no Brasil. Com aporte de R$ 8 milhões e duração prevista de dois anos, a iniciativa representa o maior investimento individual de P&D da empresa aprovado em 2020.

O objetivo da pesquisa é melhorar a previsibilidade de desempenho de usinas fotovoltaicas, aumentar a produtividade e estender a vida útil dos equipamentos, com potencial de reduzir 5% a 10 % o custo de geração da fonte. Um dos principais desafios da fonte fotovoltaica é o estabelecimento de referências de desempenho nas condições de clima e uso do Brasil, pois há troca constante de tecnologia e os padrões são definidos em laboratórios, sem consideraras condições reais de uso. “A melhora da previsibilidade de desempenho reduz o risco dos investimentos, e, portanto, possibilitará a redução do custo da energia e maior confiabilidade da geração fotovoltaica no Brasil”, informa Sérgio Fonseca, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da CTG Brasil.

O projeto consiste na pesquisa dos fatores que afetam o desempenho, disponibilidade e a confiabilidade das mais modernas tecnologias fotovoltaicas de módulos bifaciais e de inversores e, em paralelo, na caracterização das condições de operação em cinco locais, principalmente no Nordeste brasileiro. A análise em condições controladas de uma “usina laboratório” (“Test Bed”), em conjunto com a caracterização das condições de operação, permitirá a extrapolação dos achados da pesquisa para aplicação em projetos de grande escala. De acordo com Carlos Nascimento, Gerente de P&D da CTG Brasil, “o projeto contribui para a expansão da energia solar fotovoltaica no Brasil, o que deverá atrair novos investimentos de indústrias que buscam energia limpa, confiável e de baixo custo”.

A condução da pesquisa será realizada por três instituições, que se complementam em capacitações. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é responsável pela avaliação de diferentes tecnologias de painéis bifaciais e na implantação de uma nova usina laboratório de 50kW. Com mais de 20 anos de experiência no estudo da fonte, a UFSC conta com o maior laboratório de energia solar da América Latina.

A avaliação dos inversores fica a cargo da Universidade Estadual Paulista (UNESP), no Laboratório de Eletrônica de Potência, localizado em Ilha Solteira (SP), considerada uma das melhores instalações de pesquisa, desenvolvimento e ensaios de inversores fotovoltaicos do País.

Paralelamente, o Instituto de Inovação em Energias Renováveis do SENAI, no Rio Grande do Norte, avaliará as condições climáticas e de desempenho em cinco estações climáticas e solarimétricas no Nordeste.

O projeto também contempla parcerias com fabricantes de painéis solares, inversores e outros equipamentos.  De acordo com Fonseca, “a CTG Brasil acredita na colaboração e na publicação científica aberta para aumentar o impacto do projeto e encoraja instituições interessadas a procurar informações de como contribuir”.

Recorde em inovação

Em 2020, a CTG Brasil direcionou R$ 24,5 milhões a projetos de inovação, um crescimento de 107% em relação a 2019 e um recorde na história da companhia. Os investimentos fazem parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além do setor de energia solar, os esforços foram concentrados, principalmente, em mobilidade elétrica, segurança regulatória para comercialização de energia elétrica e projetos focados em auxiliar o País no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

TransformaSom: projeto de iniciação musical está com inscrições abertas em Caçu

TransformaSom: projeto de iniciação musical está com inscrições abertas em Caçu

Com apoio da CTG Brasil, iniciativa oferece 200 vagas para crianças de 7 a 11 anos. Aulas começam dia 23 de março, com duração prevista de 10 meses.

Estão abertas em Caçu (GO) as inscrições gratuitas para o TransformaSom, projeto de iniciação musical que conta com o patrocínio da CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia impa no País e que opera a Usina Salto, localizada no Rio Verde. São 200 vagas para crianças de 7 a 11 anos. Para se inscrever, os pais ou responsáveis devem ir até o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Caçu, localizado na Rua Paulo e Silva, 1.035, no Centro.

As inscrições ficam abertas até o preenchimento das vagas, mas as aulas já começam no próximo dia 23 de março, de forma híbrida (presencial e virtual), seguindo as medidas de segurança e sanitárias recomendadas pelas autoridades e órgãos de saúde devido à pandemia de Covid-19. O projeto terá a duração de 10 meses.

O TransformaSom é um projeto da Sociedade Sustentável que tem apoio do Governo Federal – por meio da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério da Cidadania -, da Prefeitura de Caçu e patrocínio da CTG Brasil por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Unindo educação, aprendizado e musicalidade, as aulas acontecem no contraturno escolar, duas vezes na semana. “Fomentar educação e o desenvolvimento das regiões em que atuamos está entre as prioridades da CTG Brasil. E o TransformaSom contribui para isso, proporcionando educação cultural de qualidade e utilizando a música como agente transformador”, diz Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil.

“Os investimentos em projetos culturais possibilitam à sociedade ter oportunidade de vivenciar novas experiências, e para grandes empresas como a CTG Brasil a possibilidade de desempenhar papel atuante no processo de construção do indivíduo, oferecendo acesso à arte e contribuindo para formação de um ser que pensa, cria e que se sente pertencente ao meio onde vive”, afirma Daniel Pires, coordenador de Projetos da Sociedade Sustentável.

Próximas turmas

O TransformaSom também será realizado nas cidades de Selvíria (MS), Bernardino de Campos (SP), Paranavaí (PR) e Primeiro de Maio (PR). As inscrições estão previstas para começar a partir da segunda semana de maio, nas Secretarias de Cultura dos municípios, com exceção de Primeiro de Maio, onde as inscrições serão feitas na Secretaria de Educação. Nessas cidades, as aulas deverão ocorrer no formato online.

CTG Brasil fortalece boas práticas de governança

CTG Brasil fortalece boas práticas de governança

Listagem da Rio Paraná Energia pela CVM aumenta transparência de mercado e possibilidades de captação de recursos.

CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, acaba de reforçar as boas práticas de governança corporativa na empresa. A Rio Paraná Energia S.A., controlada pela companhia desde 2015, foi listada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como Companhia Aberta na Categoria B. Com a listagem, a controlada passa a atuar com práticas de governança equivalentes às de empresas com ações negociadas na B3, como a publicação de balanço financeiro trimestral e disponibilização de formulário de referência, com transparência para o mercado.

A mudança abre caminho para captação de recursos financeiros no mercado de capitais por meio da Rio Paraná Energia S.A., como a emissão de debêntures, incluindo as de infraestrutura, e títulos verdes (green bonds).

“Com a listagem da Rio Paraná Energia evoluímos nossa estrutura de governança corporativa, refletindo o amadurecimento da gestão e fortalecendo o alinhamento às boas práticas de mercado. A estratégia reforça o nosso compromisso de longo prazo na geração de energia limpa e contribuição para o desenvolvimento do País”, afirma Carlos Carvalho, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da CTG Brasil.

Fazem parte da Rio Paraná Energia as usinas Ilha Solteira e Jupiá, localizadas na divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde ocorre o maior projeto de modernização de hidrelétricas da história do País, com investimento de R$ 3 bilhões até 2027.

CTG Brasil donates Covid-19 tests to Santa Casa de Ourinhos

CTG Brasil faz doação de testes de Covid-19 para Santa Casa de Ourinhos

Empresa opera oito usinas hidrelétricas no Rio Paranapanema. Com tecnologia totalmente brasileira, os testes foram desenvolvidos em parceria com SENAI Departamento Nacional, SENAI CETIQT, ABDI, LECC-UFRJ, Bio-Manguinhos-Fiocruz e Advagen Biotech

A CTG Brasil, umas das líderes em geração de energia limpa no País, realizou a doação de 1.860 testes de Covid-19 para a Santa Casa de Ourinhos nesta quinta-feira (18). O município está localizado na região do Rio Paranapanema, onde a empresa opera oito usinas hidrelétricas, entre elas Chavantes e Salto Grande.

Buscando oferecer soluções práticas para o combate à pandemia de Covid-19, a CTG Brasil firmou parceria para a produção dos kits de testagem com o SENAI Departamento Nacional, Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (SENAI CETIQT), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Bio-Manguinhos/Fiocruz, Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares (LECC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a empresa de biotecnologia Advagen Biotech.

A parceria permitiu o desenvolvimento de dois tipos testes sorológicos com insumos totalmente nacionais, de baixo custo, e com a obtenção de resultados em poucas horas (teste ELISA) ou em alguns minutos (testes rápidos). A eficácia dos testes, que permitem a detecção específica dos anticorpos (imunoglobinas IgG), atingem os índices de sensibilidade de 91,4% e especificidade de 95,5% no caso dos testes ELISA, e sensibilidade de 91,6% e especificidade de 99% no caso dos testes rápidos.

Desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil e diante do crescente número de casos, a CTG Brasil tem buscado contribuir com iniciativas de responsabilidade social que ajudem os municípios, principalmente nas regiões de atuação da empresa, a combater o coronavírus.

“A Santa Casa de Ourinhos, um dos municípios do entorno das nossas operações, tem sido referência na região para o atendimento e tratamento de pacientes com Covid-19. Esperamos que a doação beneficie toda a população dessa localidade, ampliando a testagem e contribuindo para o controle da disseminação do vírus”, reforça Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil.

A produção de testes sorológicos para diagnóstico de Covid-19 é um dos projetos de inovação que fazem parte da parceria entre CTG Brasil e SENAI para apresentar soluções de combate à pandemia. Também estão em andamento iniciativas que contemplam uso de inteligência artificial para monitoramento das condições de saúde e segurança de profissionais nas usinas, e desenvolvimento de túnel de desinfecção, e outras que já foram concluídas, como a produção de 18 mil litros de álcool 70° GL gel e líquido para utilização nas usinas da CTG Brasil e doação a entidades próximas às hidrelétricas Ilha Solteira e Jupiá. Os investimentos da CTG Brasil fazem parte dos recursos financeiros destinados ao Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Foto (da esquerda para a direita): Viviane Barros, secretária municipal de Assistência Social; Cássia Palhas, secretária municipal de Saúde; Natalia Caldeira, Relações Institucionais da CTG Brasil; Fernando Alberto Paderno de Abreu, administrador Geral da Santa Casa de Ourinhos; André Constante, secretário municipal de Gabinete; e Danilo Ferreira, secretário municipal de Esportes.

Crédito da foto: Assessoria de Comunicação da Santa Casa de Ourinhos

CTG Brasil abre Programa de Estágio 2021

CTG Brasil abre Programa de Estágio 2021

Inscrições vão até 28 de fevereiro para estudantes de diversas áreas com previsão de conclusão de curso para dezembro de 2022 ou 2023

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2021. São nove vagas para estudantes de cursos de bacharelado em Administração, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Direito, Engenharia Elétrica e da Computação, Economia, Jornalismo, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV, Marketing e Relações Públicas.

Para participar, é necessário ter previsão de conclusão de curso em dezembro de 2022 ou 2023. Os contratos são de um ou dois anos, com início previsto para abril deste ano, e as oportunidades são para as cidades de São Paulo (SP), Chavantes (SP) e Curitiba (PR). Inscrições, mais informações sobre o Programa de Estágio e as vagas abertas podem ser acessadas aqui. Os interessados podem enviar suas candidaturas até 28 de fevereiro.

Por conta da pandemia, o processo de seleção será virtual e composto por cinco etapas: provas online (incluindo lógica), entrevista com consultoria de recrutamento, painel com os gestores das vagas com resolução de cases, entrevista com a área de Pessoas e Cultura e com os gestores e admissão. Além da experiência na área de formação, os candidatos também precisarão comprovar conhecimento no pacote Office e, no caso de algumas vagas, em inglês.

CTG Brasil investe R$1,3 mi em Centro de Arqueologia em Santa Catarina

Resultado de parceria entre a empresa e a Unoesc, espaço em Joaçaba (SC) contará com um museu com 13 mil peças em exposição, além de laboratórios de pesquisa e salas de aula multimídia

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País e responsável pela operação da Usina Hidrelétrica Garibaldi, está investindo R$ 1,3 milhão na implantação de um Centro de Arqueologia em Joaçaba (SC), no meio oeste catarinense, em parceria com a Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). Com 570 m², o espaço conta com laboratórios de pesquisa, sala de extroversão e salas de aula multimídia, além de uma exposição permanente com mais de 13 mil peças arqueológicas encontradas durante as escavações para a construção da Usina Garibaldi, no Rio Canoas. O projeto do centro, localizado no campus-sede da universidade, teve sua primeira fase concluída em 2020 por meio da adequação do espaço físico e aquisição dos equipamentos. Na segunda fase, que começa em fevereiro, o centro receberá o acervo arqueológico e a montagem da exposição, com inauguração prevista para primeiro semestre de 2021.

O rico acervo é composto por itens diversos, como pontas de flechas, maceradores de grãos, cerâmicas, entre outros, que contam a história de civilizações primitivas que habitaram a região milhares de anos atrás.

O objetivo da parceria entre a CTG Brasil e a Unoesc é transformar o espaço em um centro de referência em arqueologia, permitindo o desenvolvimento de estudos, o intercâmbio com instituições e a troca de experiências entre pesquisadores. Para isso, o local está sendo habilitado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para receber, por exemplo, coleções arqueológicas de outros empreendimentos que vierem a ser construídos no oeste de Santa Catarina e até em outras regiões do sul do País.

Investir na implantação do Centro de Arqueologia é uma maneira da CTG Brasil reforçar o seu relacionamento com a comunidade do entorno da Usina Garibaldi e, também, de colaborar para manter viva a história dessa região. “Os objetos arqueológicos encontrados na construção da usina são parte importante da história dessa região. Disponibilizar esse material e toda a estrutura de um centro de arqueologia é uma forma de fomentar educação e cultura especialmente junto às novas gerações, o que reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento e sustentabilidade do país e das regiões onde atuamos”, afirma Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil.

A parceria entre a empresa e a universidade foi assinada em dezembro de 2019 e terá a duração de cinco anos. As obras começaram em fevereiro de 2020.

Pesquisas arqueológicas

A legislação ambiental brasileira prevê que, para construção de obras de infraestrutura – como uma usina hidrelétrica -, os empreendedores devem realizar pesquisas arqueológicas para identificar se há na área do empreendimento vestígios históricos a serem preservados.

No caso da coleção da Usina Garibaldi, localizada em Abdon Batista (SC) e inaugurada em 2013, essa obrigação foi reforçada com uma medida de compensação ambiental, por meio de um termo de ajustamento de conduta, assinado pela antiga concessionária da usina com o ministério público estadual.

“Quando assumimos a operação da Usina Garibaldi, entendemos que precisávamos não só de um local para guardar este acervo, mas criar um espaço para que a comunidade pudesse visitar e que contribuísse também para a comunidade acadêmica e para a ciência. E vimos a Unoesc como o parceiro ideal para nos ajudar a realizar esse projeto”, comenta Ronan Max Prochnow, coordenador de Meio Ambiente da CTG Brasil.

“O Centro de Arqueologia sem dúvidas será uma ferramenta incrível de articulação de ensino, pesquisa e extensão para vários cursos da Unoesc e para toda a comunidade escolar de nossa região. Teremos um espaço de educação e visitação aberto e disponível para todos. Tal iniciativa reforça o papel da universidade na sua missão de educar e de desenvolver as regiões onde está inserida. É motivo de muito orgulho poder estreitar a relação da Unoesc com empresa tão comprometida e socialmente responsável”, afirma o reitor da Unoesc, professor Aristides Cimadon.

CTG Brasil investe R$ 4 milhões em inovação para dar mais segurança à comercialização de energia elétrica

 Projeto de P&D inclui Termo de Cooperação com a CCEE e busca referências em práticas bem-sucedidas do mercado financeiro

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, iniciou um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento para aumentar a segurança no mercado nacional de comercialização de energia elétrica. O objetivo é desenvolver um mecanismo que mensure o risco dos participantes desse mercado, incluindo todos os agentes que registram contratos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), como comercializadoras, geradoras e consumidores atuantes no mercado livre.

Vitor Hugo Lazzareschi, Diretor de Comercialização da CTG Brasil, explica que “a meta é entregar uma ferramenta eficiente de sinalização de risco, que atualize as necessidades de aportes de garantias dos diversos agentes, ajudando a proteger o mercado e estimulando a liquidez nas negociações. Com isso, nosso objetivo maior é contribuir para o crescimento do setor elétrico brasileiro”. O projeto, que terá duração de dois anos e investimento de R$ 4 milhões, vai buscar inspiração em modelos validados no setor financeiro, em especial no mercado de balcão, que opera com negociações bilaterais. “Nós selecionamos parceiros e executores com experiência tanto no setor elétrico quanto no financeiro, para estudarmos as alternativas que mais se encaixem na realidade do nosso mercado”, diz Lazzareschi.

A execução do projeto será realizada pela MRTS Consultoria, em conjunto com a startup Navarra Tech e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), vinculada à Universidade de São Paulo (USP). A iniciativa tem, ainda, apoio da CCEE, que assinou um Termo de Cooperação com a CTG Brasil. De acordo com Carlos Dornellas, Gerente Executivo de Segurança de Mercado e Informações da CCEE, “a ferramenta deve contribuir com a credibilidade e a liquidez dos negócios no setor elétrico, especialmente diante da precificação horária, das perspectivas de abertura do mercado livre para consumidores de menor porte e do surgimento dos instrumentos financeiros vinculados ao setor, como os derivativos de energia”.

A Câmara deve fornecer informações para a criação de um banco de dados de transações entre agentes, contribuir com os estudos teóricos e dar feedbacks que ajudarão a nortear a evolução do projeto. Lazzareschi ressalta que “nenhuma informação confidencial será utilizada ou tornada pública, de modo que o principal papel da CCEE será consolidar informações já públicas ou de forma consolidada, sem identificação de contrapartes”.

A entidade também terá acesso às entregas parciais assim que estiverem concluídas, com possibilidade de utilizá-las para evoluir no processo de fortalecimento da segurança do mercado, testando na prática as ferramentas desenvolvidas com base teórica. Desta forma, ao final dos dois anos previstos, a CCEE terá estudos de caso com base real para apresentar propostas de aprimoramento regulatório à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Recorde em inovação

Em 2020, a CTG Brasil direcionou R$ 24,5 milhões a projetos de inovação, um crescimento de 104% em relação a 2019 e um recorde na história da companhia. Os investimentos fazem parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os esforços foram concentrados, principalmente, no setor de energia solar, mobilidade elétrica, segurança regulatória para comercialização de energia elétrica e projetos focados em auxiliar no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

CTG Brasil solta 700 mil peixes no Rio Paranapanema

Solturas ocorrem neste mês nas áreas dos reservatórios das usinas Salto Grande, Canoas I e II, Chavantes e Jurumirim

A CTG Brasil promove entre os dias 14 e 22 de janeiro a soltura de 700 mil peixes no Rio Paranapanema. A ação faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes por meio da produção e soltura de espécies nativas. As solturas são autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

As solturas serão realizadas no dia 14, na Prainha de Salto Grande; dia 15, na Chácara da Ilha, área do reservatório da Usina Canoas II; dia 18, no Parque Dourado, em Piraju; dia 19, no Clube Beira Rio, em Palmital; dia 20, no camping municipal de Ipaussu; dia 21, no Balneário Porto Almeida, em Cândido Mota; e dia 22, em Aterradinho, área do reservatório da usina Jurumirim. Devido às restrições impostas pela pandemia, serão realizadas apenas solturas técnicas, conduzidas pelos profissionais da área de meio ambiente da empresa, sem a participação de alunos e comunidade.

Os peixes utilizados nas solturas são produzidos na Piscicultura da CTG Brasil, em Salto Grande. No laboratório, além da produção de peixes, são desenvolvidas pesquisas em parceria com universidades. Nesta ação entre os dias 14 e 22 de janeiro, serão soltos peixes das espécies pacu, curimbatá e piapara.

Usinas da CTG Brasil recebem certificações ISO

12 unidades foram reconhecidas por suas práticas em Saúde e Segurança, Meio Ambiente e Qualidade segundo a norma ISO. Com isso, empresa passa a ter um dos maiores parques de geração de energia certificados do País.

São Paulo, 29 de dezembro de 2020 – A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, foi reconhecida com certificações ISO, que estabelecem padrões internacionais de gestão em Saúde e Segurança, Meio Ambiente e Qualidade. O Sistema de Gestão Integrado da CTG Brasil foi certificado em conformidade com as ISOs 45001 – Gestão de Saúde & Segurança, 14001 – Gestão Ambiental, e 9001 – Gestão da Qualidade.

Entre as iniciativas fundamentais para a conquista, está a implantação de mais de 800 ações com foco em melhorias de processos; 1300 horas de treinamentos; monitoramento e avaliação de 22.250 requisitos legais, além da inserção de ferramenta de gestão de planos de ação.

Ao todo, 12 operações foram contempladas. Com isso, a empresa passa a ter um dos maiores parques de geração de energia hidrelétrica certificados para esses referenciais normativos do País. Fazem parte do escopo das certificações a UHE Capivara, UHE Chavantes, UHE Canoas I, UHE Canoas II, UHE Garibaldi, UHE Jurumirim, UHE Salto, UHE Salto Grande, UHE Taquaruçu, UHE Rosana, PCH Palmeiras, PCH Retiro, COG e os processos corporativos e locais que estão relacionados a operação, manutenção e administração para geração de energia elétrica.

“As certificações são resultado de um trabalho intenso e da integração de diferentes frentes que durou um ano e quatro meses. Esse resultado coloca a companhia entre as protagonistas do setor energético brasileiro em termos de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Gestão de Processos e é mais um exemplo do compromisso da empresa com o País”, destaca Evandro Vasconcelos, vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil.