CTG Brasil investe R$ 4,6 milhões em projeto para transformar plantas aquáticas em biocombustível

Projeto, em parceria com o Senai, foi apresentado para autoridades, pesquisadores e imprensa no dia 11 de julho, em Três Lagoas (MS)

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, em parceria com o Instituto Senai de Inovação Biomassa, apresentou no dia 11 de julho, em Três Lagoas (MS), o projeto Macrofuel: Aproveitamento Energético de Bio-Óleo Pirolítico de Macrófitas Aquáticas para Produção de Biocombustível.

Com investimento de R$ 4,6 milhões e duração de três anos, o estudo tem como objetivo avaliar o aproveitamento energético do bio-óleo proveniente de macrófitas aquáticas para utilização como combustível em motores tradicionais a diesel, e a possibilidade de seu uso nos processos produtivos das unidades.

Além de viabilizar o aproveitamento energético de um resíduo que pode se tornar um problema com sua propagação excessiva, o projeto realizará o mapeamento, monitoramento e a identificação das macrófitas – 86 espécies de plantas aquáticas já foram identificadas em outros estudos nos reservatórios de Ilha Solteira e Jupiá.

“Vamos usar ciência e tecnologia para propor uma solução inteligente e ecológica a um problema que afeta o uso da água e a operação das usinas hidrelétricas, exercendo o controle de macrófitas ao mesmo tempo em que transformamos os resíduos dessas plantas em energia”, diz Aljan Machado, diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil.

O que o estudo propõe é dar uma destinação mais adequada aos resíduos das macrófitas por meio da pirólise rápida, um processo de decomposição de materiais aplicando altas temperaturas. O principal produto desse processo termoquímico é o bio-óleo, que pode ser usado diretamente como combustível em motores a diesel ou ser processado e dar origem a produtos de maior valor agregado.

O projeto não abrange, a curto prazo, a comercialização direta do bio-óleo, visto que o foco é desenvolver uma metodologia de produção de biocombustível líquido para geração de energia.

Rodolpho Mangialardo, diretor-regional do Senai de Mato Grosso do Sul, reforça a importância de a instituição estar, cada vez mais, envolvida em parcerias desse tipo. “Entendemos que o início dessa parceria com a CTG Brasil indica que estamos alçando grandes voos em desafios, pesquisas e inovações, demonstrando o potencial do Senai com relação ao desenvolvimento de pesquisa e inovação e nossa capacidade para atendimento de empresas não só do Mato Grosso do Sul, como do Brasil e, também, do mundo.”

Danos à operação – As macrófitas são importantes para o ecossistema hídrico, pois fornecem alimento e abrigo a organismos aquáticos, além de auxiliarem na proteção às margens dos rios. Sua reprodução rápida e excessiva, no entanto, afeta a navegação, a pesca e, no caso dos reservatórios, também a geração de energia hidrelétrica.
Desde 2016, só na Usina Jupiá, a CTG Brasil já retirou mais de 2.315 m³ de macrófitas das grades da usina, equivalente a mais de 2 mil toneladas de plantas aquáticas.

Em 2017, o desprendimento de macrófitas no reservatório da Usina Jupiá afetou a operação de 10 unidades geradoras, causando, no total, indisponibilidade de cerca de cinco meses para o sistema e um custo de manutenção de R$ 3,8 milhões para a empresa.

Atualmente, visando o mínimo impacto ambiental, a CTG Brasil realiza a remoção física das macrófitas e as submete a um processo de compostagem. Quando se acumula uma grande quantidade, o composto gerado é doado a prefeituras para ser usado em viveiros e hortas.

Investimentos em inovação – Além de reverter em ganho de eficiência para suas operações, o investimento da CTG Brasil em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) tem por objetivo gerar conhecimentos técnicos e científicos que contribuam para o crescimento do setor elétrico brasileiro e, consequentemente, do País. Em 2018, a empresa destinou R$ 8 milhões a atividades de P&D.

Atualmente, somam-se ao estudo para identificação, controle e reaproveitamento energético das macrófitas outros projetos importantes – como a esterilização de mexilhões-dourados para o controle populacional desta espécie invasora nos rios brasileiros. Sem predadores naturais, o mexilhão, presente em 40% das usinas do País, prolifera-se e compromete a geração de energia hidrelétrica.

Projeto da CTG Brasil para controle de mexilhão dourado é premiado pelo Benchmarking Brasil

A CTG Brasil acaba de ser reconhecida e certificada pela excelência de suas práticas ambientais durante o XVII Bench Day, realizado no último dia 26 de junho, em São Paulo (SP), pelo programa Benchmarking Brasil. O case “Controle da infestação por mexilhão dourado por indução genética da infertilidade” foi o segundo colocado na categoria Sênior de Melhores Práticas e Projetos de Sustentabilidade. O trabalho concorreu com outros 25 de todo o Brasil, dos quais nove foram finalistas e apresentados no evento.

O estudo, pioneiro no País e desenvolvido pela CTG Brasil em parceria com a Bio Bureau, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Senai, é de grande importância para o setor elétrico brasileiro, pois tem por objetivo erradicar os mexilhões dourados dos rios e reservatórios por meio da reprodução de mexilhões geneticamente modificados que produzem apenas descendentes estéreis. Calcula-se que a incrustação de mexilhão dourado, espécie invasora sem predadores naturais no País, afete cerca de 40% dos empreendimentos de geração hidrelétrica do Brasil.

“Os custos para os processos de manutenção associados a infestações do molusco variam entre R$ 220 mil e R$ 1,4 milhão anuais para cada uma das usinas afetadas, além de impactos negativos à biodiversidade nativa, prejuízos à pesca, problemas para o setor de saneamento, como entupimento de canos, dutos e tubulações de água, esgoto e irrigação”, diz Aljan Machado, diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil. A empresa já investiu mais de R$ 2,5 milhões no projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Sobre o programa

O Programa Benchmarking Brasil é um dos mais respeitados selos de sustentabilidade do País que reconhece, certifica e compartilha as melhores práticas socioambientais das instituições brasileiras. Com metodologia própria reconhecida pela ABNT, já certificou 388 práticas de 200 instituições de 28 diferentes ramos de atividades. Nesta edição, 218 especialistas de 25 diferentes países participaram da banca avaliadora que selecionou e certificou os cases Benchmarking, dentre eles, o renomado cientista Carlos A. Nobre.

Como resultado, o programa disponibiliza uma plataforma de inteligência coletiva em sustentabilidade com banco digital, vídeos, revistas e livros com livre acesso na internet, além dos fóruns de sustentabilidade presenciais.

Em 2013, o Programa Benchmarking venceu o Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara Brasil Alemanha na categoria Humanidades. Há dois anos, incluiu os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) na metodologia de seleção dos cases e projetos, e cumpre uma intensa agenda para compartilhar e fomentar práticas alinhadas aos ODS. Também registrou suas metas e compromissos na plataforma Parcerias para Sustainable Development Goals (SDGs) das Nações Unidas.

“Reconhecimentos como este são fundamentais para que o País conheça o que empresas, pesquisadores e universidades têm feito para o desenvolvimento de um ambiente cada vez mais sustentável”, complementa Machado.

Sobre o projeto

O mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) está entre as mais temidas espécies invasoras nos rios brasileiros e se tornou uma das grandes preocupações em usinas hidrelétricas. O objetivo do projeto é criar mexilhões geneticamente modificados que serão liberados vivos em reservatórios de usinas hidrelétricas e outros locais infestados para produzir apenas descendentes estéreis, levando à sua eliminação ao longo do tempo. Esse mesmo modelo já foi utilizado para controlar mosquitos da dengue e da malária no Brasil e em outros países.

A infestação pelos mexilhões dourados, uma espécie exótica invasora, originária do sul da Ásia, é uma das causas mais importantes de incrustações que afetam peças expostas a ambientes aquáticos. Nas usinas hidrelétricas, há um impacto especialmente problemático em trocadores de calor, pois a incrustação dos mexilhões restringe a vazão e, se não for corretamente tratada, pode causar o completo bloqueio do sistema de resfriamento, levando ao seu colapso.

O molusco provoca perdas econômicas significativas causadas por frequentes paradas para manutenção, limpeza, troca de tubos ou peças, assim como maior consumo de energia para transporte da água em sistemas parcialmente bloqueados. Como não há predadores naturais fora da Ásia, a infestação causa danos ecológicos e econômicos sem precedentes.

O projeto é desenvolvido em diferentes frentes: identificação dos genes relacionados à reprodução no genoma do mexilhão; levantamento do grau de infestação nas bacias hidrográficas e reservatórios; ferramentas moleculares para modificar o genoma dos mexilhões e definição dos instrumentos regulatórios para o uso da nova solução. Já foram identificados por bioinformática 26 genes relacionados à reprodução nos mexilhões e assim avança na resolução do problema de maneira definitiva.

CTG Brasil conclui modernização da Usina Capivara

Maior hidrelétrica do rio Paranapanema ganha 24 megawatts de potência após modernização. Projeto recebeu investimento de R$ 150 milhões

A CTG Brasil acaba de concluir o processo de modernização e repotenciação da usina Capivara, maior hidrelétrica do rio Paranapanema. Com o ganho de 24 megawatts (MW) de potência, a capacidade instalada de Capivara deve alcançar 643 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 1,2 milhão de habitantes. A CTG Brasil ainda aguarda homologação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para os últimos 8 MW da repotenciação.

O projeto, iniciado em 2016, envolveu a modernização das quatro unidades geradoras e a repotenciação das unidades 1, 2 e 4. Além de mais energia, a modernização traz maior eficiência e confiabilidade para a usina e outras vantagens, como a instalação de equipamentos com tecnologia de ponta nos diversos sistemas de monitoração e controle das unidades geradoras.

Outro ganho é que as novas turbinas instaladas possuem rendimento nominal de 92%, contra 85% das antigas, o que permitiu o aumento de 15,6 MW de energia disponível para venda, assim como a produção de mais energia com menos água passando pelas turbinas.

A obra, orçada em R$ 150 milhões, foi concluída com 30 dias de antecedência em relação ao planejamento inicial, e contou com o envolvimento de cerca de 130 profissionais da CTG Brasil e da Voith, empresa parceira no projeto de modernização.

Para o gerente de Operação e Manutenção da UHE Capivara, Alexander Dáquila, “a modernização representa um marco para o sistema elétrico brasileiro, já que a usina, que tem 42 anos e é uma das mais importantes da região, passa a operar com mais capacidade e com tecnologia avançada”.

Renato Castilho, gerente de Engenharia de Manutenção da CTG Brasil, lembra que “a Usina Capivara foi pioneira no projeto de repotenciação no Brasil. Também foi uma das pioneiras na utilização do processo regulatório que permite o aumento da energia disponível para a venda com maior rendimento das turbinas”.

Além da usina hidrelétrica Capivara, no Paranapanema, a CTG Brasil está modernizando as usinas Jupiá e Ilha Solteira, no rio Paraná, um projeto de R$ 3 bilhões e que levará até dez anos para ser concluído. A obra envolve a modernização de 34 unidades geradoras e a implantação de um centro de operação integrada, utilizando o que existe de mais atual na tecnologia de operação de usinas hidrelétricas.

Inaugurada em março de 1977, a Usina Capivara é operada desde 2016 pela CTG Brasil, que detém a concessão até 2029. Importante para o lazer e a economia na região, o reservatório banha nove cidades paulistas e 12 paranaenses

CTG Brasil divulga Relatório Anual de Sustentabilidade

Material destaca o desempenho social, ambiental e econômico da empresa que completou em 2018 cinco anos de atuação

A CTG Brasil acaba de disponibilizar o seu Relatório Anual de Sustentabilidade, de acordo com os padrões da Global Reporting Initiative (GRI). O relatório traz o desempenho social, ambiental e econômico alcançados pela companhia em 2018, considerando todas as operações e subsidiárias, além dos investimentos e das principais ações e programas realizados no último ano. A companhia fechou 2018 com receita bruta de R$ 5,6 bilhões e R$ 300,6 milhões em investimentos.

“Em 2018, comemoramos cinco anos de atuação. Nesse curto período, construímos um portfólio sólido, nos tornamos a segunda maior geradora privada de energia elétrica do País, com capacidade instalada de 8,28 GW. Formamos um time forte, com uma cultura orientada por segurança, excelência operacional, ética, transparência nos negócios e respeito às pessoas e ao meio ambiente”, afirma Li Yinsheng, presidente da CTG Brasil.

“As ações realizadas e divulgadas nesse relatório demonstram nosso compromisso de longo prazo com o Brasil, um mercado que consideramos estratégico devido às suas necessidades energéticas e em função do seu potencial de crescimento, e recursos para o desenvolvimento e operação de geração de energia renovável em larga escala – principal negócio da CTG”, completa Li.

Investimentos na modernização de ativos

No ano passado, a empresa seguiu com o seu projeto de modernização das usinas Ilha Solteira e Jupiá, localizadas no Rio Paraná, e chegou às etapas finais do projeto de modernização de três turbinas da usina Capivara, no Rio Paranapanema. No total, foram investidos R$ 300,6 milhões nas atividades.

Na modernização de Ilha Solteira e Jupiá, o investimento total será de R$ 3 bilhões, com período de execução previsto de dez anos, e inclui a reforma das 34 máquinas das duas usinas, sua automação e um novo Centro de Operação da Geração (COG), além de melhorias nos serviços auxiliares, equipamentos de içamento e vertedouros. O projeto, considerado o maior já realizado no País, tem como objetivo garantir maior confiabilidade e disponibilidade dessas operações ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)

A companhia destinou, em 2018, R$ 8 milhões a atividades de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), focando, principalmente, em projetos orientados a criar conhecimento técnico e científico para apoiar ganhos de eficiência das operações da companhia, o crescimento do setor elétrico brasileiro e projetos de meio ambiente e sociais. Dentre os temas dos projetos estão a esterilização dos mexilhões-dourados para controle da população do molusco (espécies invasoras nos rios brasileiros); a criação de um regulador pneumático para a velocidade das turbinas hidrelétricas; identificação e controle de macrófitas; gestão de diversidade de peixes e valoração de serviços ecossistêmicos.

Visão sustentável

Para avançar em sua estratégia de sustentabilidade, a empresa, que já era signatária do Pacto Global, se tornou membro da Rede Brasil do Pacto Global e passou a integrar o Comitê Brasileiro do Pacto Global, instância de governança que dá encaminhamento aos programas no país. Promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), essa é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.

Engajamento com a comunidade

Valorizar e fortalecer as comunidades próximas às operações são pontos primordiais à CTG Brasil. Por isso, a empresa realizou atividades no valor de R$ 15,5 milhões para estabelecer relacionamento duradouro com as populações dos entornos das unidades. Elas se concentram em temas como educação, cultura e incentivo ao esporte, e beneficiaram cerca de 600 mil pessoas durante o ano.

Proteção ambiental

O uso sustentável dos recursos e o respeito ao meio ambiente são a base da atuação de proteção ambiental da companhia. Por isso, buscamos desenvolver ações e programas voltados à proteção da biodiversidade, restauração de habitats naturais, prevenção da poluição e adaptação às mudanças climáticas. Em 2018, realizamos a soltura de 3,6 milhões de alevinos de peixes de espécies nativas nas regiões dos reservatórios onde a empresa atua para ampliar a biodiversidade e o estoque pesqueiro dos rios.

Atividades de educação ambiental e a doação de mudas de árvores a proprietários do entorno dos reservatórios também estão entre as ações realizadas. Em 2018, por exemplo, 107.735 mudas foram doadas para plantio de áreas de terceiros em 25 municípios da região do Rio Paranapanema e 950 mudas foram plantadas na região da Usina Garibaldi, no rio Canoas, em Santa Catarina (SC).

2018 em números

A hidrologia na região dos reservatórios das usinas da empresa, em 2018, foi desfavorável causando queda de 1,4% na geração de energia, que chegou a 33.948,9 GWh. Ainda assim, a taxa de disponibilidade das usinas ficou, mais uma vez, acima dos limites regulatórios, resultado que reflete, principalmente, a experiência, capacidade técnica e comprometimento de suas equipes, a consistente política de investimentos da Companhia e o eficiente programa de manutenção dos equipamentos.

Em relação ao desempenho financeiro, a receita líquida combinada das operações da CTG Brasil totalizou R$ 2,8 bilhões em 2018 e a geração operacional de caixa (Ebitda) foi de R$ 1,4 bilhão. Os números foram impactados devido ao ajuste na metodologia contábil aplicada ao ativo financeiro da Rio Paraná Energia. Normalizando esse efeito contábil, a receita líquida combinada atingiu R$ 4,7 bilhões e o Ebitda foi de R$ 3,2 bilhões.

Para conhecer o Relatório de Sustentabilidade 2018 da CTG Brasil, acesse www.ctgbr.com.br/relatorioanual2018.

CTG Brasil participa do Energy Solutions Show

Além de estande para visitantes, empresa ministra workshop sobre sua atuação no Brasil, incluindo a comercialização de energia, e a modernização de seus ativos

Nesta semana, a CTG Brasil participa do evento nacional mais completo do setor elétrico: o Energy Solutions Show. Vitor Lazzareschi, diretor Comercial da empresa, ministra logo na abertura do primeiro dia, às 10h, o workshop “CTG Brasil: cinco anos de atuação no País e investimento na modernização de ativos”.

“Em 5 anos no Brasil, já estamos entre as principais geradoras de energia do País e temos investido em projetos inovadores, que tragam mais robustez, eficiência e confiabilidade para as nossas operações. A modernização das Usinas Jupiá e Ilha Solteira, por exemplo, que é o maior projeto de modernização de hidrelétricas em andamento no País”, destaca Lazzareschi. “Além disso, participar do Energy Solutions é uma oportunidade de estabelecermos relacionamento com um público ainda maior e mais amplo, apresentando nossas soluções e serviços em comercialização de energia”, completa.

Os participantes do evento também podem visitar o estande da CTG Brasil para conhecer mais sobre a empresa, que atua no país desde 2013, e já é referência em geração de energia limpa.

O Energy Solutions Show é considerado um dos eventos mais completos do setor. Direcionado tanto para consumidores industriais e comerciais, quanto para a cadeia produtiva, o foco do evento é reunir soluções em energia elétrica. Durante os dois dias, os participantes poderão conferir soluções, inovações e tecnologias para negócios de energia, além de congressos e debates sobre questões relacionadas a energia solar fotovoltaica, cogeração, e boas práticas e novas tecnologias para os consumidores de energia.

O Energy Solutions Show acontece em São Paulo (SP), nos dias 28 e 29 de maio, e reúne especialistas, consumidores industriais e comerciais e empresas de energia no Transamérica Expo Center.

Para mais informações acesse: www.energysolutionsshow.com.br

CTG Brasil marca presença em Seminário Nacional de Grandes Barragens

Além de patrocinar o evento, empresa terá profissionais liderando debates e workshops sobre legislação e tributos sobre empreendimentos hidráulicos, e rupturas de barragens

Na próxima semana, a CTG Brasil participa do maior evento sobre barragens do país. O XXXII Seminário Nacional de Grandes Barragens acontece em Salvador (BA), entre 20 a 23 de maio, e deve reunir especialistas de diversos países para debater temas relacionados a questões ambientais, econômicas, técnicas e de segurança, inovações tecnológicas, legislação, fiscalização e métodos construtivos, entre outros.

Em conjunto com o Seminário, o Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB) promove também, no dia 23, o II Simpósio Internacional de Segurança de Barragens em parceria com os Comitês Chinese National Committee on Large Dams (CHINCOLD), Spanish National Committee on Large Dams (SPANCOLD) e o United States Society on Dams (USSD).

Além de ser uma das principais patrocinadoras do evento, a CTG Brasil terá profissionais de sua equipe participando de debates, mesas redondas e workshops, discutindo diversos temas e compartilhando práticas e experiências relacionadas à legislação e tributos sobre empreendimentos hidráulicos, efeitos e implicações de rupturas de barragens em cascata, gestão de emergência, entre outros. No estande da empresa no evento, os visitantes poderão conhecer mais sobre a trajetória da CTG no Brasil.

“O Brasil conta hoje com mais de 1.300 barragens de usinas hidrelétricas, que são responsáveis pela geração de cerca de 65% da energia do país, então é fundamental abordarmos essa questão das barragens constantemente. Encontros e eventos como esse nos permitem conhecer novas tecnologias, trocar experiências e aprender com a melhores práticas para operarmos usinas e barragens com cada vez mais excelência”, afirma César Teodoro diretor de Operação & Manutenção.

Agenda com representantes da CTG Brasil:

20/5, às 14h – Mesa redonda: Legislação e tributos incidentes sobre empreendimentos hidráulicos – Participação de Pedro Nunes, Gerente de Engenharia Civil e Segurança de Barragem

22/5, às 15h30 – Workshop: Ruptura de barragens em cascata – Efeitos e implicações em gestão de emergência – Apresentado por Pedro Nunes e Vitor Hugo Morais, coordenador de Engenharia Civil e Segurança de Barragem

23/5, às 8h30 – II Simpósio Internacional de Segurança de Barragens, com a participação do CHINCOLD, SPANCOLD e USSD – Debate presidido por Cesar Teodoro, diretor de Operação & Manutenção

Para mais informações acesse: http://www.cbdb.org.br/xxxii-sngb

CTG Brasil celebra parceria com Unesp de Ilha Solteira

Estudos têm como foco a conservação da biodiversidade na região. Apresentação para imprensa e autoridades ocorre no próximo dia 17

Com o objetivo de conservar e perpetuar espécies da fauna e flora na região de Ilha Solteira, a CTG Brasil firmou parceria com a Unesp para desenvolver o projeto “A biodiversidade da Ilha Solteira e seu entorno”. A apresentação do estudo para a imprensa e autoridades, bem como os primeiros resultados, será no próximo dia 17 de maio, a partir das 10h, no Anfiteatro DEFERS, da Unesp de Ilha Solteira.

O projeto teve início em fevereiro de 2019 e será executado ao longo de um ano. As pesquisas estão concentradas na ilha fluvial que dá nome à cidade, localizada a jusante da barragem da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. O local foi declarado Patrimônio Histórico, Público, Cultural e Municipal, em 2003, e Área de Proteção Ambiental, em 2004.

“Nossa intenção com a parceria é gerar conhecimento com foco na conservação ambiental. Esses estudos nos ajudarão a levantar informações sobre o ecossistema da região que até então nós não tínhamos”, diz Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil.

No projeto, além de representantes da empresa, estão envolvidos 9 professores e 10 alunos da Unesp de Ilha Solteira. O grupo atuará em quatro linhas de estudo: “Inventário da flora da ilha fluvial de Ilha Solteira”; “Conhecendo as aves da Ilha Solteira”; “Macrófitas aquáticas e mexilhão dourado: Resíduos com uso potencial como substrato na produção de mudas e plantio de espécies de cerrado e mata ciliar”, e “Geotecnia ambiental utilizando técnicas de bioengenharia de solos na recuperação de áreas degradadas”.

Além de produzir conhecimento, a parceria entre a CTG Brasil e a Unesp resultará na aquisição de 14 materiais permanentes para a universidade como microscópio, estufa, lentes, entre outros equipamentos laboratoriais.

CTG Brasil apresenta Balé Nacional da China

Com o intuito de promover a cultura chinesa no País, a empresa patrocina o Balé, que apresentará os espetáculos “Lanternas Vermelhas” e “O Lago dos Cisnes” em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, traz de volta ao Brasil, após nove anos, o Balé Nacional da China. Considerada uma das mais conceituadas companhias de dança da atualidade, o Balé apresenta no Brasil dois espetáculos – Lanternas Vermelhas e O Lago dos Cisnes – em 12 apresentações em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG).

Empresa brasileira de origem chinesa, a CTG Brasil busca por meio desse patrocínio, via Lei de Incentivo à Cultura, a promoção da cultura da China localmente. “A diversidade cultural está no nosso DNA e gerar conhecimento sobre o país de origem de nossa empresa é algo muito importante para nós. Queremos promover a aproximação entre os dois povos, assim como já temos feito na construção de nossa cultura corporativa”, afirma José Renato Domingues, vice-presidente Corporativo da CTG Brasil.

Há cinco anos no País, a empresa é parte da China Three Gorges Corporation, maior grupo de energia limpa do mundo, presente em 47 países. A operação brasileira é a mais importante do Grupo fora do território chinês e já responde por 12% do faturamento total do Grupo.

Fundado em 1959, o Balé Nacional da China, com sede em Pequim, é a única companhia estatal de balé do país. Atualmente, é considerada pela crítica especializada internacional uma das mais importantes em atividade no mundo. Desde a sua criação, sua proposta era preservar a tradição da dança chinesa e incorporar ao repertório as grandes obras do balé romântico ocidental. A companhia traz em seu DNA o diálogo entre a cultura oriental e a dança clássica ocidental, mesclando tradições e referências dos dois universos.

Agenda:
Rio de Janeiro
Data: de 23 a 26 de maio
23/05/2019 – 20:00 – Lanternas Vermelhas
24/05/2019 – 20:00 – Lanternas Vermelhas
25/05/2019 – 20:00 – Lanternas Vermelhas
26/05/2019 – 15:00 – Lanternas Vermelhas
Local: THEATRO MUNICIPAL

São Paulo
Data: de 29 de maio a 2 de junho
29/05/2019 – 21:00 – Lanternas Vermelhas
30/05/2019 – 21:00 – Lanternas Vermelhas
01/06/2019 – 21:00 – O Lago dos Cisnes
02/06/2019 – 15:00 – O Lago dos Cisnes
Local: CREDICARD HALL

Curitiba
Data: 5 e 6 de junho
05/06/2019 – 21:00 – Lanternas Vermelhas
06/06/2019 – 21:00 – Lanternas Vermelhas
Local: TEATRO GUAÍRA

Belo Horizonte
Data: 8 e 9 de junho
08/06/2019 – 20:00 – O Lago dos Cisnes
09/06/2019 – 15:00 – O Lago dos Cisnes
Local: PALÁCIO DAS ARTES

Para mais informações acesse: https://www.dellarte.com.br/programacao-e ingressos?title=nacional%20da%20china

CTG Brasil inicia testes de equipamentos de descarga das usinas Ilha Solteira e Jupiá

Procedimento acontece entre os dias 29 de abril e 12 de maio e visa assegurar as condições ideais de operação no período chuvoso

Para verificar os órgãos de descarga (vertedouros, dutos e comportas) das usinas e garantir que eles estão funcionando adequadamente, a CTG Brasil realiza entre os dias 29 de abril e 12 de maio testes e inspeções iniciais nas Usinas Ilha Solteira e Jupiá. Por isso, nesse período, poderá ocorrer abertura das comportas.

Escoar a água de reservatórios hidrelétricos é um procedimento normal e necessário para o controle de nível no período chuvoso. “São ações de preparação que são efetivadas em todo o período seco, de poucas chuvas, antecedendo o período úmido, que vai de novembro a abril. O objetivo é assegurar que as usinas estejam em condições ideais de operação”, explica César Teodoro, diretor de Operação & Manutenção da CTG Brasil. O diretor reforça, ainda, que o procedimento conta com a coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Para atender os moradores da Bacia do Paraná, a CTG Brasil disponibiliza o canal Telecheia (0800 647 9001), um atendimento telefônico que funciona todos os dias, 24 horas, com informações sobre as vazões do Rio Paraná.

Usina Jupiá comemora 50 anos de olho no futuro

Uma das mais importantes hidrelétricas do País completa meio século de operação envolvida em um projeto de modernização inédito no setor.

No último dia 14 de abril, a Usina Jupiá, uma das mais importantes do País, comemorou 50 anos de operação olhando para o futuro.

A usina, localizada no rio Paraná, na divisa do estado de São Paulo com o Mato Grosso do Sul, entre Castilho (SP) e Três Lagoas (MS), está passando por um processo de modernização sem precedentes na história do setor elétrico brasileiro, junto com a Usina Ilha Solteira. As duas hidrelétricas são operadas pela CTG Brasil.

Serão R$ 3 bilhões investidos, no prazo de dez anos, para reformar 34 unidades geradoras – 14 de Jupiá e 20 de Ilha Solteira. O projeto também inclui toda a parte de automação e um novo Centro de Operação da Geração (COG), entre outras melhorias que visam trazer mais confiabilidade para o sistema elétrico do País.

“O projeto de modernização reforça nosso compromisso de longo prazo com o País, pois vamos entregar para a sociedade brasileira dois ativos novos, modernos e com vida útil para operar com disponibilidade e segurança pelos próximos 30 anos”, diz o vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos, que também destaca o importante trabalho de cooperação entre profissionais brasileiros e chineses.

Histórico – Com 1.551,2 MW de capacidade instalada, a Usina Jupiá gerou, desde o início da operação pela CTG Brasil, em 1º de julho de 2016, 20.954.183 megawatts hora (MWh), energia suficiente para atender a uma cidade de cerca de 2,6 milhões de habitantes por todo esse período.

O reservatório da usina ocupa uma área de 330 quilômetros quadrados, banhando sete municípios ao longo de 541 quilômetros. O lago vai além da finalidade principal de assegurar água para a geração de energia, e colabora para impulsionar o turismo na região, por meio de atividades náuticas, de pesca e lazer.

A usina Jupiá passou a ser operada e administrada em 2016 pela CTG Brasil, que pagou ao governo brasileiro a outorga de R$ 4,67 bilhões pela concessão de 30 anos. A usina Ilha Solteira foi arrematada no mesmo leilão, por R$ 9,13 bilhões. Juntas, as duas usinas compõem o maior complexo hidrelétrico das regiões Sudeste e Centro-Oeste, com capacidade total instalada de 4.995,2 MW.

Comunidade – Para fortalecer relacionamentos duradouros com as comunidades do entorno, a CTG Brasil participa de diversos projetos de educação, cultura e de incentivo ao esporte. Em 2018, essas iniciativas beneficiaram mais de 600 mil pessoas. O investimento em ações para 2019 já ultrapassa R$ 8,8 milhões, sendo que uma parte considerável desse valor será usada para financiar projetos na região de Jupiá e Ilha Solteira.

“O bem-estar das pessoas que vivem próximas às usinas estão entre as nossas prioridades. Buscamos participar da vida dessas comunidades de forma positiva, levando cultura, lazer, qualidade de vida e desenvolvimento por meio de projetos que estejam aderentes aos nossos valores”, explica Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil.