CTG Brasil abre processo seletivo exclusivo para profissionais com deficiência

Empresa oferece 10 oportunidades distribuídas entre a sede em São Paulo (SP) e as usinas Chavantes (SP), Ilha Solteira (SP) e Jupiá (MS). Inscrições vão até dia 19 de agosto.

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, está com vagas abertas exclusivamente para pessoas com deficiência. No total, são 10 posições de assistente administrativo em diversas áreas de atuação da companhia, nas cidades de São Paulo, Chavantes e Ilha Solteira, no estado de São Paulo, e em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.

Para participar do processo seletivo, é preciso ter mais de 18 anos e ensino médio completo. Não é exigida experiência anterior. As inscrições podem ser feitas até 19 de agosto exclusivamente pelo link: https://carreiras.ctgbr.com.br/.

As oportunidades reforçam o compromisso da CTG Brasil em promover um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo. “Estas posições integram nosso Programa de Contratação de Profissionais com Deficiência que prevê a formação e treinamento para as atividades que essas pessoas irão desempenhar na CTG Brasil e, principalmente, capacitação para o mercado de trabalho”, afirma Fernanda Rosa, coordenadora de aquisição de talentos da CTG Brasil.

CTG Brasil anuncia hub de hidrogênio verde no Porto de Suape em parceria com SENAI e Governo de Pernambuco

Iniciativa pioneira foi lançada nesta segunda-feira (25), na Casa da Indústria, e vai promover o desenvolvimento de soluções inovadoras com foco no combustível do futuro.

Transformar o Complexo Industrial Portuário de Suape em um espaço de pesquisa, desenvolvimento e inovação com foco no combustível do futuro: essa é a proposta do TechHub Hidrogênio Verde, iniciativa pioneira que foi lançada nesta segunda-feira (25), às 12h, na Casa da Indústria, no Recife. Liderada pela CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, em parceria com o Departamento Nacional do SENAI, SENAI Pernambuco e o Governo do Estado, a iniciativa concentrará em Suape a implementação de projetos inovadores focados na produção, transporte, armazenamento e gestão de hidrogênio verde (H2V). Juntos, os projetos receberão inicialmente investimentos de até R$ 45 milhões.

As propostas foram selecionadas na chamada pública “Missão Estratégica Hidrogênio Verde”, promovida pelo Departamento Nacional do SENAI e pela CTG Brasil. O edital, cujo resultado foi divulgado em fevereiro passado, previa aporte de R$ 18 milhões nas soluções mais inovadoras aptas a gerar negócios relacionados ao combustível do futuro. Essa iniciativa faz parte da estratégia de investimento em P&D+ inovação da CTG Brasil alinhada ao Programa de Pesquisa e Desenvolvimento regulado e promovido pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

O Brasil conta com grande potencial para geração de energia a partir de fontes renováveis. Para o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o país precisa ampliar o investimento em soluções inovadoras e sustentáveis. “Precisamos avançar mais em pesquisas. Nosso maior desafio é desenvolver uma diversidade de matrizes energéticas sustentáveis e confiáveis que poderão suprir as necessidades de energia de uma população em crescimento”, ressalta.

“O papel do SENAI é colaborar na implantação desses projetos, que poderão contribuir para a elevação da atratividade do nosso Estado. Enxergamos no Complexo Industrial Portuário de Suape uma forma de testar a viabilidade desses projetos em um cenário real, agregando outras empresas e criando um verdadeiro hub de inovação”, explica a diretora-regional do SENAI Pernambuco, Camila Barreto.

Para a CTG Brasil, maior investidora do programa de Hidrogênio Verde, o TechHub tem papel fundamental na estratégia de inovação da companhia, contribuindo com soluções e novas tecnologias que acelerem a transição energética e impulsionem o protagonismo do Brasil em projetos com foco em uma economia de baixo carbono. “Um dos objetivos da iniciativa é promover um ecossistema voltado para emprego de novas tecnologias, melhoria no processo de eletrólise, aumento de eficiência total da planta, redução de custos, capacitação e proposição de novos modelos de negócios”, afirma Carlos Nascimento, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da CTG Brasil.

Para conectar todas as iniciativas de investimento nas plantas piloto implementadas no TechHub, será desenvolvida uma plataforma digital de comercialização para o Hidrogênio Verde. “É fundamental rastrear e certificar a origem da energia para a produção do hidrogênio, assegurando que a fonte de alimentação da planta é proveniente de energia 100% renovável, abrindo ainda mais portas para a comercialização deste que é considerado o combustível do futuro”, afirma José Renato Domingues, vice-presidente corporativo da CTG Brasil.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio, comemora a iniciativa. “Esse Hub mostra a capacidade do Complexo de Suape e sua diversidade em abraçar empreendimentos de vários segmentos. Estamos de olho no futuro, já que o hidrogênio verde é uma inovação mundial, tem grande potencial de investimento, sustentabilidade e desenvolvimento da economia verde. Além disso, são medidas visionárias como essa que vão sempre nos manter protagonistas e aparecendo na estratégia de grandes agentes econômicos globais quando se fala do Nordeste e do Brasil”, pontua.

Para o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, Carlos Cavalcanti, a iniciativa está alinhada com os objetivos que foram delineados para o futuro de Suape e do próprio Estado, de fortalecer a economia por meio da atração de negócios que tenham a sustentabilidade como foco. “Esse projeto mostra a capacidade do Complexo de Suape e sua diversidade em abraçar indústrias de vários tipos. Estamos de olho no futuro, já que o hidrogênio verde é uma inovação mundial, tem grande potencial de investimento, sustentabilidade e desenvolvimento da economia verde”, salienta.

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO

Na ocasião, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC-PE), a CTG Brasil e o SENAI Pernambuco assinaram um Memorando de Entendimento para avaliar o desenvolvimento e/ou a implementação de diversos projetos da cadeia de hidrogênio do Complexo Industrial Portuário de Suape. Trata-se de um acordo que pretende unir a expertise da companhia, o potencial energético do Estado e o posicionamento estratégico do porto.

Com a formalização do memorando, será possível estabelecer relações colaborativas entre as instituições com o intuito de promover o desenvolvimento de projetos. Além disso, a parceria contribui com o processo de descarbonização, ao proporcionar o aumento da participação de fontes renováveis nas atividades portuárias.

Essa iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento do potencial de H2V e a identificação de oportunidades no porto público mais estratégico do Nordeste, tendo em vista que 90% do Produto Interno Bruto (PIB) da região encontra-se em um raio de 800 quilômetros do porto. Além disso, estão previstos o estabelecimento da intenção de encontrar oportunidades conjuntas na área de energia e de descarbonização de indústrias vinculadas ao porto.

Os Institutos SENAI de Inovação

A Rede de Institutos SENAI de Inovação foi criada para atender as demandas da indústria nacional. Ela tem como foco de atuação a pesquisa aplicada, o emprego do conhecimento de forma prática, no desenvolvimento de novos produtos e soluções customizadas para as empresas ou de ideias que geram oportunidades de negócios. Os institutos trabalham em conjunto, formando uma rede multidisciplinar e complementar, entre si e em parceria com a academia, com atendimento em todo o território nacional.

A rede é composta por 26 Institutos SENAI de Inovação. Desde a criação, em 2013, mais de R$ 1,2 bilhão foram mobilizados em 1.332 projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). A estrutura conta com mais de 930 pesquisadores, sendo que cerca de 52% possuem mestrado ou doutorado. Por serem reconhecidos como Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT), os Institutos SENAI de Inovação possuem acesso a diversas fontes de financiamento não-reembolsáveis para projetos de PD&I. Atualmente, 15 institutos compõem unidades EMBRAPII e possuem acesso direto a recursos para financiamento de projetos estratégicos de pesquisa e inovação.

CTG Brasil patrocina Museu Planeta Água, recém- inaugurado em Curitiba

Interativo e sensorial, o espaço apresenta a importância da água nos mais diversos aspectos, como a geração de energia

A cidade de Curitiba (PR) acaba de receber o Museu Planeta Água, totalmente dedicado a esse valioso recurso natural. Com patrocínio da CTG Brasil, uma das líderes em Geração de energia limpa do País, o espaço foi concebido na primeira estação de tratamento de água do Paraná e apresenta características e aspectos científicos, além de proporcionar interações ecológicas envolvendo a água.

Primeiro museu interativo do Brasil sobre a temática água, o espaço aborda de forma multidisciplinar e abrangente os mais variados aspectos relacionados ao recurso hídrico, seus usos e funções – entre eles a geração de energia, que trouxe qualidade de vida para todo o planeta e possibilitou o desenvolvimento social, industrial e comercial das nações. A proposta do espaço é oferecer aos visitantes uma experiência imersiva em todos os aspectos que envolvem a água.

“A proposta do Museu Planeta Água é ser um espaço não apenas de exposição e lazer para a população local, mas também uma forma de incentivar a educação ambiental, o conhecimento e a conscientização da população sobre temas ligados aos impactos em recursos hídricos e a preservação da biodiversidade”, explica Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil. “O espaço traz uma importante contribuição para a sociedade ao apresentar a essencialidade da água para a evolução da humanidade, principalmente por ser um meio de geração de energia limpa”, afirma.

Com entrada gratuita, o museu fica localizado na Rua Engenheiro Antônio Batista Ribas, 151, no bairro Tarumã. Mais informações podem ser acessadas no site Museu Planeta Água.

Rio Paraná Energia conclui emissão de R$ 800 milhões em debêntures

Captação será majoritariamente utilizada para alongamento de endividamento da emissora e reforço de capital de giro

A Rio Paraná Energia S.A., subsidiária da CTG Brasil, uma das líderes em geração privada de energia limpa no País, acaba de concluir a emissão de debêntures no valor total de R$ 800 milhões, com oferta restrita para investidores profissionais.

Classificada como debênture simples, não conversíveis em ações, espécie quirografária (ICVM 476), a emissão vence em 5 anos, com remuneração indexada ao CDI + 1,29% ao ano. A Moody´s atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo AAA.br à esta emissão.

“O sucesso dessa captação demonstra o reconhecimento do nosso potencial pelo mercado e fortalece os nossos negócios no longo prazo”, afirma Carlos Carvalho, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da CTG Brasil.

Nova operação no rio Paranapanema segue desmobilizando construções irregulares

Quarta ação da Polícia Ambiental e do Ministério Público, com apoio da empresa CTG Brasil, ocorreu no dia 08/06, no reservatório da Usina Canoas II

Uma nova ação conjunta entre a Polícia Militar Ambiental e o Ministério Público, com o apoio da CTG Brasil, realizada na última quarta-feira (08/06), deu continuidade a desmobilização de construções irregulares no reservatório da Usina Canoas II, em Palmital (SP), em mais uma etapa da operação “Canoas 2”, no rio Paranapanema.

Esta será a quarta operação realizada desde março na região. Nas três primeiras, a força-tarefa já desmobilizou 30 construções irregulares em áreas de preservação permanente (APP).

“Além dos ganhos ambientais em relação à desmobilização promovida por esta ação, é essencial que a população se conscientize e evite novas construções às margens dos rios, bem como voluntariamente execute a remoção dessas estruturas. Por estarem em Área de Preservação Permanente e em situação irregular, essas construções fomentam a pesca predatória e a caça, bem como impedem a regeneração da mata ciliar”, explica Ivan Toyama, Gerente Fundiário da CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa e concessionária da Usina Canoas II.

Segundo Toyama, novamente, o foco da operação se concentra no município de Palmital (SP), no entanto, é fundamental que a população das outras cidades localizadas na região dos reservatórios de Canoas I e Canoas II também colaborem para a conservação dos recursos naturais. No estado de São Paulo, além de Palmital, integram essa região os municípios de Candido Mota, Ibirarema e Salto Grande; e no Paraná, os municípios de Andirá, Cambará e Itambaracá.

A fim de preservar o meio ambiente e visando garantir o uso múltiplo de seus reservatórios, a CTG Brasil, de acordo com Toyama, mantém também o programa “Espaço Legal”, cujo principal objetivo é orientar as comunidades do entorno dos reservatórios sobre ocupação regular e uso correto dessas áreas. O guia com todas as informações referentes ao programa está disponível para download.

CTG Brasil investe em projeto de arte e educação em Ilha Solteira

Com uma intensa programação até o final do ano, “Projeto Trilhar” será aberto em 11/06, com exposição do fotógrafo Araquém Alcântara

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, leva para Ilha Solteira (SP) o Projeto “Trilhar – A Arte que Transforma”. Com incentivo de R$ 1,9 milhão, a iniciativa é realizada com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura.

Serão quatro exposições entre junho e dezembro deste ano, no espaço expositivo do Museu e Sala de Convenções “Profª Maria Lúcia Nonato”, localizado na Praça dos Paiaguás, 135. A mostra que inaugura o projeto, em 11 de junho, será a “Águas de Araquém”, do fotógrafo Araquém Alcântara.

Com curadoria do pesquisador Rubens Fernandes Junior, o projeto reúne fotografias que trazem como destaque a água e sua relação com figuras como a caiçara, pantaneiro, caipira, indígenas, entre outros povos, numa representação da diversidade cultural e social e da conexão afetuosa e quase religiosa desses povos com o meio ambiente. A exposição fica aberta à visitação do público até o dia 14 de agosto.

“Estamos muito felizes com essa oportunidade de desenvolver, em Ilha Solteira, um projeto como o Trilhar, que trabalha simultaneamente em várias frentes de arte e cultura, propondo deixar um legado para o município”, explica Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação & Sustentabilidade da CTG Brasil.

“As ações culturais e educacionais do Trilhar buscam proporcionar benefícios à comunidade e evidenciam a responsabilidade social e o compromisso em contribuir para o desenvolvimento da região”, explica Leila Gazzaneo, Produtora Executiva da Weimar.

As próximas exposições agendadas este ano em Ilha Solteira pelo projeto são “Marchetaria do Descarte à Arte”, do artista e educador social Daniel Blanco; uma “Mostra Nacional de Cerâmica Sustentável: da Terra ao Objeto”, com 15 ceramistas mulheres e curadoria de Fernando Zelman; além da mostra “Mundo Melhor e Sustentável”, com trabalhos desenvolvidos por alunos.

Até o final do ano, o Projeto Trilhar prevê uma intensa programação, que contará com palestras e oficinas culturais e educativas, abordando diversos temas, desde sustentabilidade a cidadania, ciência, entre outros.

Sobre o fotógrafo

Araquém Alcântara, 70 anos, é apontado pelos críticos como um dos precursores da fotografia de natureza no Brasil e um dos mais importantes fotógrafos em atuação no país. Desde 1970, dedica-se integralmente à documentação e proteção da natureza brasileira.

Em sua vasta produção constam 57 livros sobre temas ambientais, 22 livros em coautoria, três prêmios internacionais, 32 nacionais, 75 exposições individuais, além de inúmeras reportagens e ensaios para jornais e revistas nacionais e estrangeiras.

Autor de Terra Brasil – o livro de fotografia mais vendido no país, com uma tiragem total de mais de 100 mil exemplares –, é o primeiro fotógrafo a documentar todos os parques nacionais do Brasil e a produzir uma edição especial de colaborador para a National Geographic Society.

Possui fotografias em acervos de vários museus e galerias, entre eles o Museu Internacional do Café, no Japão, Centro Cultural Georges Pompidou, na França, Museu Britânico, na Inglaterra, Museu de Arte de São Paulo (Masp) e Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo.

 

Projeto Trilhar – A Arte que transforma

Exposição “Águas de Araquém”, do fotógrafo Araquém Alcântara

Abertura: 11/ 06

Visitação: Até 14/08

Horários: das 8h às 17h, de segunda-feira a sábado

Local: Museu e Sala de Convenções “Nara Lúcia Nonato”

Praça dos Paiaguás, 135, Ilha Solteira (SP)

CTG Brasil conclui repasse de sistemas alternativos de distribuição de água para o município de Abdon Batista

Ação promovida pela concessionária da Usina Garibaldi irá contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias nas comunidades atingidas pela usina no município

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País e concessionária da Usina Hidrelétrica Garibaldi, no rio Canoas, entregou, na última sexta-feira (26), as melhorias implementadas pela empresa na infraestrutura do poço artesiano Santo Antônio, o maior do município de Abdon Batista (SC). O sistema é responsável pelo abastecimento direto das comunidades rurais de Santo Antônio e Nossa Senhora das Graças, além apoiar o abastecimento da sede do município na área urbana. A formalidade de entrega contou a presença de representantes da CTG Brasil e do diretor do Departamento Municipal de Águas e Esgoto (DMAE), Guilherme Celso Mattos.

Essa foi a terceira e última ação da companhia em prol da autossuficiência do município para o abastecimento de água de suas comunidades. Até então, os poços artesianos eram operados e mantidos pela geradora de energia para atender as comunidades da região como medida compensatória pela implantação da usina.

Em 2021, as famílias que moram nas comunidades rurais de São Paulinho e São Roque já haviam sido contempladas pela doação integral de estruturas compostas por poço artesiano, rede adutora, sistema de reservatórios e rede de distribuição. O poço Santo Antônio, por sua vez, foi repassado pela assinatura de um contrato de cessão de uso firmado com a Prefeitura, já que está localizado em área da Usina Garibaldi.

No acordo firmado, a CTG Brasil assumiu o compromisso de promover melhorias no sistema de tratamento da água do poço, com a construção de um abrigo e instalação de bombas dosadoras de cloro, além de executar a realocação da bomba de recalque para área externa da usina, adequar o sistema de reservatório de água e isolar as áreas com cercas, concedendo, desta maneira, acesso irrestrito para que os técnicos da prefeitura possam manter o sistema em funcionamento.

Com isso, o município passa a prestar toda assistência necessária, por meio do Departamento Municipal de Águas e Esgoto, mantendo o fornecimento de água nas comunidades abastecidas pelos poços.

Os poços artesianos integram as chamadas “soluções alternativas”, que compõem os sistemas de captação, adução, armazenamento e distribuição de água. Essas soluções fazem o bombeamento que retira a água do subsolo, transporta e armazena em caixas d’água e distribui nas residências de regiões que, a exemplo de Abdon Batista, não têm alternativas. Este processo garante a qualidade, a saúde, a segurança e a universalidade do abastecimento, bem como prover qualidade de vida e desenvolvimento econômico.

“Esta é mais uma importante conquista para o município de Abdon Batista. Com este repasse, a CTG Brasil e a Prefeitura colocam fim à resolução de passivos herdados após a aquisição da usina, além de dar autonomia para que a cidade possa garantir o abastecimento de água potável para as comunidades e promover melhorias na qualidade de vida das pessoas. Esta iniciativa também está em linha com o nosso propósito, que é gerar energia limpa para as pessoas, por meio de projetos em harmonia com o planeta e pautados pela responsabilidade socioambiental”, explicou Ronan Max Prochnow, coordenador de Meio Ambiente da CTG Brasil.

CTG Brasil inaugura Planta Solar Bifacial em Florianópolis

Local abriga projeto de pesquisa e desenvolvimento que avalia desempenho das usinas solares bifaciais no País para impulsionar setor de geração de energia fotovoltaica

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, inaugurou, nesta sexta-feira (27 de maio de 2022), sua Planta Solar Piloto de Módulos Bifaciais – capazes de gerar energia com radiação direta do sol e refletida pelo solo. O projeto foi desenvolvido no âmbito de Pesquisa & Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a UNESP Ilha Solteira e o SENAI, por meio do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER).

A Planta Solar está localizada no Laboratório de Energia Solar Fotovoltaica da UFSC, em Florianópolis (SC), e irá contribuir para o desenvolvimento do setor de energia no Brasil por meio da avaliação de desempenho da tecnologia fotovoltaica em diferentes condições de solo e clima brasileiro.

Com investimentos de R$ 7,2 milhões, a planta com rastreamento solar e painéis que giram em torno de um eixo, inclui dois tipos de módulos fotovoltaicos, em quatro solos diferentes, para que sejam estudadas as condições de desempenho ao longo das estações do ano. São avaliados fatores como degradação, sujidade, operação dos equipamentos em extrema irradiância e alta temperatura, além de medições de irradiação global horizontal, albedo, temperatura do ar, umidade relativa do ar e velocidade do vento. O resultado das medições permitirá a realização de um plano de implementação de futuras usinas solares em todo o País, impulsionando o setor de geração de energia fotovoltaica.

Os módulos bifaciais vêm se tornando um padrão em empreendimentos solares no Brasil, principalmente por serem capazes de produzir mais energia em um mesmo espaço e reduzir custos em sua implementação, quando comparados ao modelo de face única. “Um dos maiores desafios da tecnologia fotovoltaica é a incerteza do desempenho das usinas. Por isso, o estudo de painéis bifaciais em conjunto com diferentes tipos de inversores e montados sobre rastreadores solares, aplicado às condições climáticas e de operação do Brasil, se torna fundamental para aumentar a precisão do funcionamento destas usinas”, explica Sergio Fonseca, diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da CTG Brasil.

O projeto vai ao encontro da estratégia de inovação da CTG Brasil, que está direcionada à excelência operacional e à gestão de ativos, além da identificação de novas oportunidades que impulsionem os negócios focados em gerar energia 100% renovável. “Estudos como esse contribuirão para melhorar a oferta de energia no futuro, além de praticar preços mais competitivos e reduzir os impactos socioambientais, por serem projetos de geração de energia limpa. É um tema que interessa a toda a sociedade”, completa Fonseca.

“Com este projeto, damos mais um passo na direção de dominar a tecnologia e otimizar o desempenho daquela que já é a fonte de geração de energia elétrica que mais cresce em todo o mundo”, explica o Prof. Ricardo Rüther, da UFSC. “Os avanços tecnológicos e a redução de preços experimentados pela geração solar nos últimos 10 anos tornaram esta tecnologia muito competitiva. Não é à toa que neste início de 2022 a geração solar já ultrapassou a marca de 1.000 GW no mundo e 15 GW de potência instalada no Brasil. Isso corresponde a cerca de 10% da potência instalada do parque gerador brasileiro e ultrapassa a potência instalada na hidrelétrica de Itaipu, nossa maior usina. Como Programa de P&D ANEEL e a CTG Brasil, estamos também capacitando um grande número de profissionais para atuarem nesta tecnologia em nosso país.”

Rodrigo Mello, diretor regional do SENAI no Rio Grande do Norte, do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) e do Centro de Tecnologias do Gás e Energia Renováveis (CTGAS-ER), destacou o impacto para o setor. “Esse projeto faz uma revolução no desempenho de parques de geração de energia fotovoltaica. Ele traz uma solução inédita para o mercado de energia, que reduz custos, aumenta a competitividade e pode ampliar em muito o interesse por essa fonte de energia”, disse Mello.

Entre os ganhos enxergados, o diretor destaca o aumento da produtividade. “A partir do uso de uma placa bifacial e do tratamento dado para ampliar a reflexão da radiação, estamos conseguindo aproximadamente 30% de incremento no desempenho sobre a produtividade original”, acrescenta, afirmando que “os primeiros testes sugerem que essa produtividade sobe de 20,8% para 27%. Equipes de pesquisadores nas áreas de meteorologia e engenharia do ISI, localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, participaram do projeto.

“Outro ponto de fundamental importância nas instalações de geração solar são os inversores, equipamentos eletrônicos responsáveis pelo processamento da energia gerada e conexão entre a planta e a rede elétrica e essenciais para a eficiência e a longevidade de operação. Pretendemos realizar estudos para melhorar a vida útil do sistema, utilizando informações obtidas na sua operação, bem como análise de falhas e da degradação dos painéis fotovoltaicos. Com essa avaliação, almejamos aumentar a confiabilidade e a eficiência das plantas fotovoltaicas, seguindo a tendência do acelerado avanço tecnológico”, afirma Guilherme de Azevedo e Melo, professor da Unesp.

SENAI e CTG Brasil anunciam R$ 24 milhões de investimento em projetos de armazenamento de energia

A estratégia visa atrair projetos nacionais e internacionais com foco em armazenamento de energia em grande escala para uma economia de baixo carbono. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 25 de maio

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em parceria com a CTG Brasil lançam nesta quarta-feira (25) uma nova chamada para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de armazenamento de energia em grande escala para uma economia de baixo carbono. Empresas e startups nacionais e internacionais podem se inscrever pela Plataforma Inovação para a Indústria. Ao todo, R$ 24 milhões serão destinados para o financiamento dos projetos, por meio de recursos próprios e do programa de Pesquisa & Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O Investimento faz parte da estratégia de inovação aberta “Open Innovation” que conecta os melhores centros de pesquisa do Brasil e do mundo para auxiliar a CTG Brasil em desenvolver soluções para desafios complexos como a transição energética rumo a uma economia de baixo carbono.

Os projetos inscritos deverão trazer soluções para três grandes desafios no setor, que são:

  • Sistemas de Armazenamento Integrado com planta solar, eólica e híbrida
  • Tecnologias de gerenciamento, controle e comercialização de energia.
  • Reciclagem e reuso de baterias.

O Brasil conta com um grande potencial para geração de energia a partir de fontes renováveis. Para o diretor geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o Brasil precisa ampliar o investimento em soluções inovadoras e sustentáveis que visa a geração de energia com baixa emissão de carbono. “Nosso maior desafio é desenvolver uma diversidade de matrizes energéticas sustentáveis e confiáveis que poderão suprir as necessidades de energia de uma população em crescimento”, ressalta.

A ação será coordenada pelo Instituto SENAI de Inovação em Eletroquímica, no Paraná, e terá um papel fundamental na estruturação e curadoria dos projetos recebidos de acordo com o edital. Os resultados esperados são o desenvolvimento local e nacional, com a cocriação de soluções personalizadas em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

“É uma satisfação muito grande para o Senai Paraná liderar essa chamada em conjunto com o Senai nacional e com a CTG Brasil. Temas como energias renováveis e descarbonização precisam fazer parte do presente e essa chamada é a melhor forma para alcançarmos soluções de alto impacto. Com o investimento da empresa e com outros parceiros nacionais e internacionais, podemos desenvolver projetos que vão impactar a nossa indústria, o meio ambiente e consequentemente a sociedade”, explica Fabrício Luz Lopes, gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep.

A ideia é que o projeto traga novas soluções para integração de fontes renováveis na matriz energética brasileira, e contribua para a criação de um ciclo sustentável, em que se reconheçam rotas para reuso, redução e reciclagem.

Para a CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa do País, a inovação tem papel fundamental na transição energética e projetos como os de armazenamento de energia em grande escala são parte desse processo. “Buscamos soluções inovadoras para atender aos desafios do setor elétrico e aos anseios da sociedade por uma matriz energética limpa e acessível. Queremos desempenhar um relevante papel na transição energética e a potencial contribuição que os sistemas de armazenamento de energia em larga escala podem trazer neste cenário nos motiva a investir no desenvolvimento de projetos e parcerias estratégicas nesse segmento” afirma Silvio Scucuglia, diretor de Estratégia e Desempenho Empresarial da CTG Brasil.

Armazenamento de energia e transição energética

Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), o investimento global em armazenamento por meio de baterias aumentou 40% em 2020, alcançando US$ 5,5 bilhões. Um relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica que o armazenamento é um dos itens chave para a descarbonização, ao mesmo tempo em que oferece maior segurança energética por meio de sistemas integrados e otimizados.

A consultoria internacional Wood Mackenzie indica que a quantidade de energia armazenada no planeta inteiro deve crescer anualmente, em média, 30% até 2030, representando uma armazenagem de 741 gigawatts-hora.

A participação de renováveis na matriz elétrica brasileira se reflete em baixos índices de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. A busca pela ampliação destas fontes provocou a adaptação de legislação e incentivos à inovação para projetos que contribuam com a eficiência energética do setor brasileiro, entre eles, os de armazenamento.

Estratégia em inovação

Está não é a primeira ação da CTG Brasil com foco em impulsionar soluções em energia limpa em parceria com o SENAI. Em 2021 a CTG Brasil inaugurou seu Habitat de Inovação no Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), em Natal (RN), e conta com o CTG Brasil Innovation Hub em São Paulo, também em parceria com o instituto. Também em 2021, um dos destaques foi a Missão Estratégica Hidrogênio Verde, maior chamada pública já realizada no Brasil para projetos de inovação nessa área. O edital recebeu inscrições de 31 projetos, de 13 estados diferentes, e três foram selecionados para receberem apoio.

No ano passado, a companhia investiu R$ 23,8 milhões, em programas de P&D ANEEL, superando em 46% a obrigação anual do programa. Para 2022, a CTG Brasil deve investir R$ 25 milhões.

Como participar 

Plataforma Inovação para a Indústria está aberta à participação de empresas do setor industrial de todos os tamanhos, inclusive startups de base tecnológica. Para participar, é necessário enviar a ideia pela Plataforma, seguindo normas e cronogramas específicos de cada categoria.

Acesse aqui o regulamento

A Plataforma é uma iniciativa do Sistema Indústria para financiar o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços inovadores, com o objetivo de aumentar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira, além de promover a otimização da segurança e saúde na indústria. Criada em 2004 como Edital SENAI SESI de Inovação, a iniciativa já selecionou mais de mil projetos inovadores, nos quais foram investidos mais de R$ 817 milhões. As propostas escolhidas recebem recursos e apoio para desenvolvimento de uma prova de conceito, passando por processos de validação, de protótipo e de teste na rede de inovação e tecnologia do SENAI.

CTG Brasil define metas e compromissos ESG até 2030

Empresa quer ser protagonista em ações que envolvem mudanças climáticas e transição energética e destaca investimentos em inovação como caminho para este objetivo.

A CTG Brasil, umas das líderes em geração de energia limpa no País, acaba de definir metas e compromissos ESG (da sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) e que irão suportar os negócios da empresa a partir deste ano. A estratégia, que está sendo chamada pela empresa de Plataforma ESG, foi desenvolvida a partir de um estudo de maturidade da sua gestão, sobre aspectos de sustentabilidade empresarial, que definiu objetivos de curto, médio e longo prazos. Entre os compromissos assumidos, está o alcance do protagonismo em mudanças climáticas e transição energética até 2030. A empresa ainda almeja conquistar o índice de carbono negativo nos próximos anos.

A Plataforma ESG reforça o compromisso de longo prazo da empresa com o País. Além de mudanças climáticas e transição energética, os objetivos estratégicos da companhia ainda incluem questões envolvendo outros seis temas: impactos em recursos hídricos; preservação da biodiversidade; ambiente de trabalho seguro, saudável e diverso; impacto e desenvolvimento local; governança corporativa e cadeia de valor sustentável.

“Desenvolvemos uma estratégia alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Organização das Nações Unidas, o que vai nos ajudar a aprimorar a gestão de riscos e oportunidades dentro dessas temáticas. Além disso, passaremos a considerar as metas nos processos de avaliação de desempenho de nossos profissionais, incluindo executivos”, diz José Renato Domingues, vice-presidente Corporativo da empresa.

Para se tornar um dos principais agentes em mudanças climáticas e transição energética, a CTG Brasil tem a inovação como um dos pilares desta transformação. Somente em 2021, foram investidos R$ 23,8 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento, superando em 46% a obrigação regulatória. Parte dos recursos é direcionada ao crescimento da empresa por meio da diversificação do portfólio e complementariedade das fontes de geração.

“As mudanças climáticas já são uma realidade. A inovação, aliada à robustez da CTG Brasil para projetos de energia limpa e renovável, serão fundamentais para impulsionarmos a transição energética no Brasil e no mundo”, diz Domingues.

Projetos de inovação impulsionam contribuição para a economia de baixo carbono

A estratégia de inovação e de pesquisa e desenvolvimento da companhia está direcionada à excelência operacional e à gestão de ativos, além da identificação de novas oportunidades que incrementem os negócios focados em gerar energia 100% renovável. A empresa lançou recentemente a Missão Estratégica Hidrogênio Verde, maior chamada pública já realizada no País para projetos de inovação nessa área, que recebeu inscrições de 31 projetos, de 13 estados diferentes. As três iniciativas selecionadas receberão apoio da empresa para o desenvolvimento dos programas.

Também liderada pela CTG Brasil, uma iniciativa voltada à mobilidade elétrica atua na instalação de 18 eletropostos em 1.300 km entre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O trajeto une a sede a 12 usinas hidrelétricas operadas pela empresa e prevê testes de um modelo de negócios viável para recarga de veículos elétricos. Realizado em parceria com o instituto de ciência e tecnologia Lactec e a fabricante de carregadores de veículos Incharge, o projeto deve ser estendido, futuramente, para pontos públicos por meio de parcerias locais, tornando a rede acessível à população em geral. Quando totalmente instalada, a rota será uma das maiores de mobilidade elétrica, em extensão, financiada por uma empresa do setor elétrico.

A CTG Brasil ainda avalia o desempenho de tecnologias fotovoltaicas com módulos bifaciais em condições climáticas brasileiras por meio de uma iniciativa fundamental para melhorar a previsibilidade de desempenho das usinas solares e otimizar a produção de energia. O estudo, realizado em Florianópolis, considera fatores como degradação, sujidade, operação dos equipamentos em extrema irradiância e alta temperatura, além de medições de irradiação global horizontal, albedo, temperatura do ar, umidade relativa do ar e velocidade do vento.  O resultado das medições permitirá a realização de um plano de implementação de futuras usinas solares em todo o País, impulsionando o setor de geração de energia fotovoltaica.

A transformação digital também está no radar da CTG Brasil, que mantém parceiras estratégicas com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). No ano passado, a empresa inaugurou seu Habitat de Inovação no Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), em Natal (RN), e conta com o CTG Brasil Innovation Hub em São Paulo. No mesmo período, investiu R$ 1,6 milhão na renovação da parceria com a ACATE para manter o Digital Innovation Lab, que funciona como conexão com o ecossistema de startups. Projetos de comunicação corporativa, comercialização e tecnologia já foram desenvolvidos nos últimos anos.

Indo além do carbono neutro

Para alcançar sua ambição em se tornar-se carbono negativo, a CTG Brasil criou um grupo de trabalho multidisciplinar para planejar os próximos passos da empresa nesta direção.  Embora tenha neutralizado100% das emissões diretas de gases de efeito estufa referentes à sua operação, além das emissões indiretas relacionadas ao seu consumo de energia, a empresa entende que pode dar uma maior contribuição nessa área e, por essa razão, deve ampliar o escopo de seu inventário de emissões.

A neutralização vem sendo alcançada por meio do financiamento do projeto REDD+ Jari-Amapá, que capacita famílias agroextrativistas da Amazônia para o manejo sustentável da floresta, em uma área de 220 mil hectares, na região do Vale do Jari.  A CTG Brasil foi reconhecida nos dois últimos anos com o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, referencial mais usado no mundo para quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa.

Resultados 2021

No campo socioambiental, em 2021, a CTG Brasil investiu R$ 28 milhões. Anualmente, a empresa monitora quase 8,5 mil quilômetros de bordas de reservatórios – extensão superior à da costa brasileira – para garantir condições ambientais adequadas no entorno das suas operações. Cerca de 3,6 milhões de alevinos são soltos nos reservatórios e mais de 350 mil mudas são destinadas a plantios de reflorestamento. Em 2021, a companhia realizou plantios e manejo em 186,3 hectares em processo de restauração, um aumento de 19,4% em relação ao ano anterior.

No mesmo período, projetos focados em geração de renda e desenvolvimento socioeconômico de regiões próximas das usinas hidrelétricas (UHEs) foram desenvolvidos por meio do programa Usina de Negócios e do Prosas (plataforma de seleção e monitoramento de projetos sociais).

Em 2021, a CTG Brasil se tornou a primeira empresa brasileira do setor elétrico a certificar 100% das suas operações nas normas ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (meio ambiente), ISO 45001 (saúde e segurança) e ISO 55001 (gestão de ativos), um passo importante na busca por excelência em suas operações. Além de aprimorar sua gestão, a companhia tem fortalecido suas práticas de governança corporativa adotando níveis de transparência equiparadas aos de uma companhia de capital aberto. Em 2021, a CTG Brasil reforçou seu Conselho Consultivo e registrou a Rio Paraná, subsidiária da empresa, como companhia aberta na categoria “B” da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).