Modernização UHE Rosana: CTG Brasil inicia processo de qualificação de fornecedores para o projeto

Está aberto a partir desta quinta-feira, 18 de abril, o processo de qualificação de fornecedores para o projeto de reforma e modernização da Usina Hidrelétrica Rosana, da CTG Brasil. A usina está localizada no rio Paranapanema, entre os municípios de Rosana (SP) e Diamante do Norte (PR).

O edital com todas as informações de contato, requisitos e condições para participar do processo de qualificação está disponível aqui.

Acesse também a Carta para Aplicação à Pré-qualificação, o Check List de Requisitos e o Formulário para Perguntas e Respostas.

Os documentos estão disponíveis apenas em inglês.

O prazo para envio da documentação completa é 3 de maio de 2019, até às 16 horas (horário de Brasília).

Usina Jupiá comemora 50 anos de olho no futuro

Uma das mais importantes hidrelétricas do País completa meio século de operação envolvida em um projeto de modernização inédito no setor.

No último dia 14 de abril, a Usina Jupiá, uma das mais importantes do País, comemorou 50 anos de operação olhando para o futuro.

A usina, localizada no rio Paraná, na divisa do estado de São Paulo com o Mato Grosso do Sul, entre Castilho (SP) e Três Lagoas (MS), está passando por um processo de modernização sem precedentes na história do setor elétrico brasileiro, junto com a Usina Ilha Solteira. As duas hidrelétricas são operadas pela CTG Brasil.

Serão R$ 3 bilhões investidos, no prazo de dez anos, para reformar 34 unidades geradoras – 14 de Jupiá e 20 de Ilha Solteira. O projeto também inclui toda a parte de automação e um novo Centro de Operação da Geração (COG), entre outras melhorias que visam trazer mais confiabilidade para o sistema elétrico do País.

“O projeto de modernização reforça nosso compromisso de longo prazo com o País, pois vamos entregar para a sociedade brasileira dois ativos novos, modernos e com vida útil para operar com disponibilidade e segurança pelos próximos 30 anos”, diz o vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos, que também destaca o importante trabalho de cooperação entre profissionais brasileiros e chineses.

Histórico – Com 1.551,2 MW de capacidade instalada, a Usina Jupiá gerou, desde o início da operação pela CTG Brasil, em 1º de julho de 2016, 20.954.183 megawatts hora (MWh), energia suficiente para atender a uma cidade de cerca de 2,6 milhões de habitantes por todo esse período.

O reservatório da usina ocupa uma área de 330 quilômetros quadrados, banhando sete municípios ao longo de 541 quilômetros. O lago vai além da finalidade principal de assegurar água para a geração de energia, e colabora para impulsionar o turismo na região, por meio de atividades náuticas, de pesca e lazer.

A usina Jupiá passou a ser operada e administrada em 2016 pela CTG Brasil, que pagou ao governo brasileiro a outorga de R$ 4,67 bilhões pela concessão de 30 anos. A usina Ilha Solteira foi arrematada no mesmo leilão, por R$ 9,13 bilhões. Juntas, as duas usinas compõem o maior complexo hidrelétrico das regiões Sudeste e Centro-Oeste, com capacidade total instalada de 4.995,2 MW.

Comunidade – Para fortalecer relacionamentos duradouros com as comunidades do entorno, a CTG Brasil participa de diversos projetos de educação, cultura e de incentivo ao esporte. Em 2018, essas iniciativas beneficiaram mais de 600 mil pessoas. O investimento em ações para 2019 já ultrapassa R$ 8,8 milhões, sendo que uma parte considerável desse valor será usada para financiar projetos na região de Jupiá e Ilha Solteira.

“O bem-estar das pessoas que vivem próximas às usinas estão entre as nossas prioridades. Buscamos participar da vida dessas comunidades de forma positiva, levando cultura, lazer, qualidade de vida e desenvolvimento por meio de projetos que estejam aderentes aos nossos valores”, explica Salete da Hora, diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil.

CTG Brasil marca presença no Fórum de Infraestrutura e Desenvolvimento

Evento reuniu investidores, empresas e autoridades para debater as perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura e crescimento econômico

O vice-presidente Corporativo da CTG Brasil, José Renato Domingues, participou do painel “Novas fronteiras entre público e privado”, na abertura do Fórum de Infraestrutura e Desenvolvimento, realizado em São Paulo no dia 10 de abril.

O executivo da CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, participou do debate sobre como o Brasil pode prosperar nos próximos anos. Entre os temas abordados, destaque para a necessidade de regulamentações que aumentem a previsibilidade e segurança em aportes de longo prazo, investimentos na modernização de ativos existentes, e, acima de tudo, a necessidade de expansão da geração de energia, essencial para o crescimento econômico.

“O que nos motiva a continuar investindo no Brasil é o potencial de crescimento que vemos para o País. A demanda de energia cresce a cada dia. E se ela aumenta, a Economia também aumenta”, disse o executivo. “Olhando para frente, talvez hoje a nossa maior preocupação seja o marco regulatório, porque precisamos de investimentos rápidos e temos vontade de investir”, completa.

O Fórum de Infraestrutura e Desenvolvimento, promovido pelo Valor Econômico, discutiu os desafios da infraestrutura no País, as oportunidades de negócios, o novo ambiente regulatório e empresarial.

CTG Brasil atua com órgãos reguladores e recebe autorização para reduzir vazão de Jurumirim

A CTG Brasil recebeu na sexta-feira (15) as autorizações da Cetesb e da Aneel para reduzir a vazão defluente na Usina Jurumirim. A decisão autoriza a redução da vazão mínima de 147 m³/s para 60 m³/s até outubro de 2019. A medida, que deve colaborar para a recuperação do reservatório nos próximos meses, está em linha com o compromisso da companhia com as comunidades das regiões onde atua.

Considerando a melhoria das condições hidrometeorológicas na região dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes, a CTG Brasil, em acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), reduziu desde o dia 18 de março, de forma gradativa, a vazão defluente de Jurumirim de 150 m³/s para 100 m³/s. A decisão de reduzir a vazão de Jurumirim, por enquanto, para 100 m³/s baseou-se no estudo de diversos cenários considerando a harmonia entre meio ambiente, geração de energia e a recuperação dos reservatórios do rio Paranapanema.

Mesmo tendo a operação das usinas coordenada pelo ONS, a CTG Brasil atuou ativamente para colaborar com a recuperação dos níveis dos reservatórios, solicitando aos órgãos reguladores e ambientais a autorização para redução da vazão. No entanto, a empresa ressalta que o diálogo e o trabalho conjunto com os diversos órgãos, como prefeituras, Comitê de Bacias, ANA, Aneel, Cetesb e ONS, foi fundamental para encontrar a melhor solução para a recuperação dos reservatórios, o que beneficiará a todos.

Vale lembrar que as usinas hidrelétricas da CTG Brasil integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) e têm sua operação coordenada pelo ONS, tanto no que se refere à produção de energia, quanto ao controle do nível do reservatório e à abertura das comportas. Essa operação leva em consideração diversos fatores, como o uso múltiplo do reservatório e os níveis dos demais reservatórios do País. A CTG Brasil ressalta, ainda, que embora os níveis dos reservatórios estejam reduzidos, eles são considerados normais para a operação e encontram-se dentro da faixa de operação autorizada pelos órgãos ambientais e regulatórios.

CTG Brasil solta 620 mil peixes no rio Paranapanema

A CTG Brasil promove, a partir de quinta-feira (21), a soltura de 620 mil peixes no rio Paranapanema, onde estão localizadas oito usinas hidrelétricas operadas pela empresa.

A primeira soltura, no dia 21, será uma ação especial em comemoração ao Dia Mundial da Água (22/3) e ao Dia do Rio Pardo (25/03), e contará com a presença de cerca de 350 alunos de escolas da rede pública de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) e região. Serão soltos 120 mil alevinos da espécie curimbatá. A ação, realizada em parceria com a Sabesp e a ONG Rio Pardo Vivo, contará com presença de autoridades e ocorrerá a partir das 11h, na Associação Sabesp, em Santa Cruz do Rio Pardo.

“A CTG Brasil tem como um de seus pilares a proteção do meio ambiente e da biodiversidade, e o trabalho de conscientização ambiental com as crianças é fundamental para garantir um futuro mais sustentável”, afirma Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança.

Outras cinco solturas, de mais 500 mil peixes, estão programadas entre os dias 1º e 5 de abril, na região dos reservatórios de Capivara, Rosana, Canoas I e Salto Grande.

A ação faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes por meio da produção e soltura de espécies nativas. As solturas são autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os peixes utilizados nas solturas são produzidos na Estação de Piscicultura, mantida pela CTG Brasil em Salto Grande (SP). No laboratório, além da produção de peixes, são desenvolvidas pesquisas em parceria com universidades. Desde o início do programa, mais de 34 milhões de peixes foram soltos nas bacias dos rios Paranapanema e Paraná.

CTG Brasil solta 570 mil peixes no rio Paraná

A CTG Brasil promove a partir de segunda-feira (18) a soltura de 570 mil peixes das espécies pacu-guaçu, piapara e curimbatá nos reservatórios das Usinas Ilha Solteira e Jupiá, operadas pela empresa, no rio Paraná.

No dia 20, a ação será realizada em comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A soltura de alevinos ocorre a partir das 15h, no Grandes Lagos Thermas, em Santa Clara D’Oeste (SP), na região do reservatório de Ilha Solteira, com a presença de autoridades e de 65 alunos da Escola Municipal Prefeito Oswaldo Montanari, de Santa Clara d´Oeste. Nesse dia, serão soltos 110 mil peixes da espécie pacu-guaçu.

“A CTG Brasil tem como um de seus pilares a proteção do meio ambiente e da biodiversidade, e o trabalho de conscientização ambiental com as crianças é fundamental para garantir um futuro mais sustentável”, afirma Aljan Machado, diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança.

Outras duas solturas, de 220 mil peixes da espécie pacu-guaçu, estão programadas para os dias 18 e 25 na região do reservatório de Ilha Solteira, na Ponte Rio São José e na Fazenda Esmeralda. Já o reservatório da Usina Jupiá recebe 240 mil peixes, sendo 120 mil da espécie piapara, no dia 27, na Ponte Rio Tietê, e outros 120 mil da espécie curimbatá, no dia 29 de março, na Vila dos Operadores.

A ação faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes por meio da produção e soltura de espécies nativas. As solturas são autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os peixes utilizados nas solturas são produzidos na Estação de Piscicultura, mantida pela CTG Brasil em Salto Grande (SP). No laboratório, além da produção de peixes, são desenvolvidas pesquisas em parceria com universidades. Desde o início do programa, mais de 34 milhões de peixes foram soltos nas bacias dos rios Paranapanema e Paraná.

CTG Brasil solta 120 mil peixes no rio Sapucaí-Mirim

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, promove nesta quarta-feira (13) a soltura de 120 mil peixes das espécies lambari, curimbatá e piava-de-três-pintas no rio Sapucaí-Mirim, onde estão localizadas as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Retiro e Palmeiras, operadas pela empresa.

A ação faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes por meio da produção e soltura de espécies nativas. As solturas são autorizadas pela Secretaria de Meio Ambiente e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

O repovoamento contribui para a preservação da natureza e da biodiversidade e favorece o desenvolvimento regional por meio do turismo de pesca. Nas solturas são utilizadas apenas espécies nativas, capazes de se reproduzir e se adaptar plenamente à vida no rio, formando populações sustentáveis.

Restauração do Casarão Juca Antunes é iniciada

Construído em meados de 1850, o Casarão Juca Antunes, um dos patrimônios arquitetônicos de Lages (SC), começa agora uma nova fase. Foram iniciadas em janeiro as obras de restauração que vão recuperar as características arquitetônicas originais do imóvel, assegurando a preservação de sua história e proporcionando a sua utilização como um bem público.

Com duração prevista de até 12 meses, as obras contam com investimentos da CTG Brasil. Ao reconhecer a importância do Casarão Juca Antunes como patrimônio cultural de Lages e de Santa Catarina, a empresa viabilizou a aquisição do imóvel e agora investe em sua restauração. A ação é também uma medida compensatória, via Termo de Ajuste de Conduta, por conta da construção da Usina Hidrelétrica Garibaldi, localizada no município de Abdon Batista (SC).

“Contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atuamos é gratificante. Manter esse engajamento e envolvimento, participando da vida das pessoas, está entre as nossas prioridades. E a reforma do Casarão Juca Antunes, símbolo tão importante de Lages, vai ao encontro disso”, afirma o diretor de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da CTG Brasil, Aljan Machado.

“Com o início das obras, esperamos devolver em breve o Casarão para a população de Lages, colaborando para manter viva a história do município”, afirma o arquiteto Lurian Furtado, que assina o projeto.

As obras preveem a restauração de toda a estrutura de telhado, forro e piso, além de pintura e outras adequações na estrutura. A ideia é resgatar as características originais do imóvel, que será entregue à prefeitura da cidade, que ficará responsável pelo seu uso após o processo de restauro.

Para o prefeito Antonio Ceron, a restauração do Casarão proporcionada pela CTG Brasil contribui não só com a preservação física do local, mas com a memória da cidade. “Lages tem uma rica e extensa história e acreditamos que, após a reforma do Casarão, a comunidade terá mais uma oportunidade de aprender sobre nosso passado”, afirma.

Tombado pelo governo estadual, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), em novembro de 2001, o Casarão Juca Antunes é o último exemplar de arquitetura luso-brasileira em Lages. Por conta da importância do imóvel, a CTG Brasil também instalará no local das obras um tapume com fotos e informações sobre o casarão pensando em proporcionar à população de Lages informações históricas sobre este patrimônio, que é de toda a cidade.

CTG Brasil solta 105 mil peixes no reservatório da Usina Ilha Solteira

A CTG Brasil soltou, nesta sexta-feira (8/2), 105 mil alevinos das espécies pacu e curimbatás no rio São José dos Dourados, na região do reservatório da Usina Ilha Solteira. O prefeito de Ilha Solteira, Otávio Gomes, esteve no local para acompanhar a soltura, junto com a equipe técnica da empresa.

A ação faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela CTG Brasil com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de peixes nos reservatórios das hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira por meio da produção e soltura de espécies nativas. Os dois reservatórios recebem, todos os anos, 2,1 milhões de peixes. Os pontos de soltura são autorizados e determinados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

As espécies nativas utilizadas nas solturas são produzidas na Estação de Hidrobiologia e Aquicultura mantida pela CTG Brasil em Salto Grande (SP). O laboratório para reprodução de peixes ocupa uma área de 22 mil metros quadrados. No local, também são desenvolvidas pesquisas, em parceria com universidades. Além de Jupiá e Ilha Solteira, a Estação é responsável pela soltura de 1,5 milhão de alevinos, por ano, nos oito reservatórios controlados pela empresa no rio Paranapanema.

CTG Brasil tem novo vice-presidente Corporativo

A CTG Brasil anuncia José Renato Domingues como seu novo vice-presidente Corporativo. Ele assume a posição a partir de 4 de fevereiro e será responsável pela gestão das diretorias de Recursos Humanos, Marca, Comunicação & Sustentabilidade, Jurídico, Compras e Tecnologia da Informação.
“Continuamos o processo de consolidação de nossas operações e a experiência de José Renato será fundamental na preparação da CTG Brasil para mais um ciclo de crescimento, com foco em pessoas e sustentabilidade”, explica Li Yinsheng, CEO da empresa. “Além disso, com mais um brasileiro no board da companhia, aprofundamos ainda mais nosso entendimento do mercado local”, reforça Li.

“Estou muito feliz em fazer parte do time CTG Brasil, uma empresa que quer ser referência no setor de energia limpa no País. Acredito que não existe crescimento sustentável sem levar em conta a cultura organizacional e as pessoas. Espero contribuir para os bons resultados da companhia nesse sentido”, ressalta Domingues.

Experiência – Com mais de 20 anos de experiência, o executivo já passou pelos setores de Papel & Celulose, Metalurgia e Materiais de Construção, além de ter sido sócio fundador de uma consultoria de Gestão de Pessoas e Transição de Carreira. Domingues foi responsável ainda por estratégias de liderança em áreas operacionais das companhias pelas quais passou e foi eleito membro de comitês de Pessoas, Gestão, Ética e Compliance.

Participou do Programa Global de Lideranças da Universidade de Harvard e de cursos de Transformação Organizacional no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e na Duke University, na Carolina do Norte.