CTG Brasil anuncia laboratório de inovação em parceria com a ACATE

Projeto tem como objetivo fomentar a inovação e a transformação digital dos negócios da geradora

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, se uniu à Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) para anunciar a criação do seu primeiro laboratório de inovação no País. O Digital Innovation Lab faz parte de uma parceria entre as duas organizações e tem como objetivo fomentar a inovação e a transformação digital dos negócios da geradora.

Com a criação do laboratório de inovação e a parceria com a ACATE, a CTG Brasil avança na promoção da cultura de inovação na organização. Todo o projeto será desenvolvido a partir da aplicação de metodologias de gestão adotadas por empresas startups, como Lean Startup, Design Thinking e Scrum, cujos conceitos serão disseminados entre os colaboradores da empresa.

Além do fomento à cultura da inovação, colaboração e da disseminação dos conceitos de método ágil de gestão, a iniciativa irá acelerar projetos da área de Tecnologia da Informação (TI) aderentes ao Programa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O investimento total do projeto é de R$ 2,4 milhões.

“Com a implementação do Digital Innovation Lab e por meio do programa de P&D ANEEL, estamos aproximando a companhia do ecossistema de inovação brasileiro, construindo uma conexão com startups, universidades e empresas. Vamos utilizar todo o ecossistema ACATE para atender demandas de TI com uma visão inovadora, com foco em colaboração e agilidade”, afirma José Renato Domingues, vice-presidente Corporativo da CTG Brasil.

Mapeamento e solução para desafios
A parceria prevê o desenvolvimento do projeto em duas fases, com duração total de 24 meses. Na primeira etapa, de seis meses, o time da ACATE irá realizar uma imersão na CTG Brasil, mapeando os principais desafios, a estratégia, a cultura organizacional, o capital humano e os sistemas de TI usados. Ao longo desta fase, será realizada a estruturação do Digital Innovation Lab, que será implementado na cidade de São Paulo, sede da geradora.

Uma vez identificados os principais desafios de TI, serão priorizadas a sequência de trabalho e a definição das equipes alocadas para cada um dos projetos (conceito de squads). Cada grupo, a partir de então, irá definir as hipóteses e o plano de ação para a construção de um produto mínimo viável (MVP, sigla em inglês) para endereçar os desafios definidos. A aprovação das propostas ocorrerá em um “pitch” de cada squad ao Comitê de Inovação da CTG Brasil.

Com o MVP dos desafios aprovados, tem-se o início da segunda fase do projeto. A expectativa é que, no começo desta etapa, ocorra também a inauguração do laboratório, que ficará dentro do novo hub de inovação da ACATE em São Paulo em endereço em fase final de definição. O local irá abrigar o time da ACATE e as startups que irão desenvolver as soluções definidas anteriormente.

Para Daniel Leipnitz, presidente da ACATE, a criação do laboratório de inovação vai trazer resultados efetivos e, principalmente, melhorias para os processos que a CTG Brasil desenvolve hoje em dia. “Mais do que isso, a parceria da empresa com a ACATE vai possibilitar que eles estejam ainda mais próximos do nosso ecossistema de tecnologia e inovação, tendo maior contato com as startups e com diferentes projetos inovadores.”

Investimentos em Inovação
A criação do Digital Innovation Lab está em linha com o objetivo da companhia de se posicionar como uma provedora de soluções para o setor elétrico. Em 2019, a geradora irá investir R$ 12 milhões em 21 projetos de P&D, crescimento de 66% em relação ao montante aportado em 2018.
Entre as principais iniciativas em desenvolvimento pela companhia e seus parceiros estão uma pesquisa para transformar macrófitas, uma planta aquática presentes nos reservatórios das usinas, em biocombustíveis e uma pesquisa de controle biotecnológico do mexilhão-dourado para reduzir a reprodução da espécie, considera invasora nas bacias hidrográficas brasileiras.

CTG Brasil reúne 400 crianças em ações de educação ambiental em comemoração ao Dia do Rio Paranapanema

Ações de visita à piscicultura e de soltura de peixes aconteceram em Salto Grande (SP) nos dias 27 e 28

Em comemoração ao Dia do Rio Paranapanema, celebrado nesta terça-feira, 27 de agosto, a CTG Brasil reuniu essa semana cerca de 400 crianças em ações de educação ambiental em Salto Grande (SP). Na terça-feira, dia 27, a empresa abriu as portas da sua Estação de Piscicultura para a visita de aproximadamente 100 alunos de 8 a 11 anos das escolas municipais Profª Coraly de Souza Freire e Profª Thereza Favali Pocay.

Durante a visita, as crianças conheceram mais sobre o trabalho realizado na estação, que produz anualmente 3,6 milhões de peixes utilizados nas ações de soltura e repovoamento nos reservatórios da empresa. Na estação também são desenvolvidas pesquisas em parceria com universidades.

Já nesta quarta-feira, 28, a ação de educação ambiental aconteceu na beira do rio. Cerca de 400 crianças de escolas municipais, incluindo os 100 alunos que já haviam visitado a Estação de Piscicultura no dia anterior, participaram da soltura de peixes realizada pela CTG Brasil no Balneário Municipal. Além de repovoar os rios e reservatórios, as solturas têm como objetivo garantir a diversidade de espécies nativas de cada região. Nessa soltura, foram 15 mil alevinos da espécie Curimbatá.

As ações contaram, ainda, com a presença do prefeito João Carlos Ribeiro, e representantes das secretarias de Educação e de Meio Ambiente do município.

“Participar da vida das comunidades nas regiões em que atuamos e trazer as comunidades para as nossas ações é uma maneira de colaborarmos para o desenvolvimento delas e também para a conscientização sobre a importância e o papel de cada um na proteção ao meio ambiente”, reforça Leandro Barbieri, coordenador de Meio Ambiente das usinas da CTG Brasil nos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim.

Hidrelétrica Salto Grande promove ação para controle de plantas aquáticas

Rebaixamento do reservatório ocorre anualmente para exposição e retirada das plantas; ação é realizada em parceria com a prefeitura

A CTG Brasil inicia neste domingo, dia 01/09, o rebaixamento do reservatório da Usina Hidrelétrica Salto Grande. A ação, que tem como objetivo o controle das plantas aquáticas, se estende até o dia 14/09 e é realizada em parceria com a prefeitura de Salto Grande. Nesse período, o nível do reservatório da usina será rebaixado para a faixa de operação entre 382,00 a 382,50 metros acima do nível do mar. A faixa de operação normal do reservatório é entre 383,80 e 384,67 metros.

Com a redução do nível do reservatório, as plantas aquáticas ficam expostas na região seca e se desidratam, o que facilita a coleta e remoção. O procedimento de redução do nível do reservatório está alinhado com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e Marinha do Brasil, e autorizado pelo Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Realizado anualmente, o controle preventivo ocorre sempre no período que antecede o brotamento de novas plantas. A ação tem parceria com a Prefeitura de Salto Grande, que, entre os dias 11 e 13/09, promoverá a coleta dos materiais. “A redução do nível da água expõe as plantas aquáticas nas bordas do reservatório, possibilitando sua remoção pela prefeitura”, explica Aljan Machado, diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil.

A redução das plantas diminui a chance de perda momentânea de potência das turbinas, garantindo a disponibilidade de energia, e colabora também para o meio ambiente e para os usos múltiplos do reservatório por toda a população local. “A ação contribui para a exploração sustentável do turismo, a navegação, a pesca esportiva, além de influenciar na captação de água para o abastecimento público, a piscicultura e a irrigação”, complementa Machado.

O meio ambiente também é favorecido com o controle das plantas aquáticas. Com a redução das plantas, a tendência é ampliar o fluxo de água nos braços do reservatório de Salto Grande, além de aumentar o oxigênio no período noturno, favorecendo as populações de peixes.

Gestão Sócio Patrimonial se torna cada vez mais estratégica para o setor elétrico brasileiro

Empresas geradoras e transmissoras de energia se reuniram em São Paulo para discutir os principais desafios do tema para usinas e linhas de transmissão

A necessidade de compatibilizar os usos múltiplos do solo e dos recursos hídricos, com a construção de um relacionamento com as comunidades e a constante evolução da legislação ambiental tem tornado a gestão sócio patrimonial de ativos de geração e transmissão um tema cada mais relevante para o setor elétrico. Essa é a principal conclusão do Workshop Gestão Sócio Patrimonial, promovido pela CTG Brasil e ISA Cteep com apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Durante dois dias, executivos das principais empresas de energia do País e acadêmicos estiveram reunidos em São Paulo para discutir os principais desafios e tendências em gestão sócio patrimonial e compartilhar as melhores práticas. “Com o avanço das tecnologias de georreferenciamento e das imagens via satélite e drones, o tema vem ganhando cada vez mais relevância e adquirindo um caráter estratégico dentro das empresas”, afirma o diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil, Aljan Machado, no discurso de abertura sobre o tema.

Um dos principais desafios para as empresas é conciliar o crescimento social ao redor de hidrelétricas e linhas de transmissão com a segurança da população e a preservação do meio ambiente. Para lidar com esse cenário cada vez mais complexo, as elétricas têm ampliado os seus investimentos em inovação de processos, ferramentas e novas tecnologias para realizar uma gestão mais adequada dos seus ativos e atuar de forma mais preventiva.

Além do avanço no uso das geotecnologias e de imagens de satélites, foi consenso que uma gestão socio ambiental estratégica passa pela construção de um relacionamento saudável com as comunidades em torno dos ativos e pela parceria com os órgãos ambientais de fiscalização e prefeituras para coibir as ocupações irregulares das bordas dos reservatórios e das faixas de servidão das linhas de transmissão.

Outro aspecto destacado pelos participantes como desafiador no contexto brasileiro é o ambiente jurídico-regulatório. Se por um lado o setor elétrico evoluiu na definição das regras de venda de bens vinculados aos serviços de geração, transmissão e distribuição, há pontos de aperfeiçoamento no que diz respeito à reversão dos ativos ao final dos contratos de concessão e aos processos legais realizados em cartórios. Estas questões vêm trazendo preocupação para os empreendedores, que buscam soluções como as discutidas durante o Workshop.

Gestão Patrimonial na CTG Brasil

Presente em 10 estados do Brasil e administrando 8,494 mil quilômetros de extensão de bordas de reservatórios, o desafio da CTG Brasil na gestão sócio ambiental é significativo. Para efeito de comparação, essa extensão é 13% maior do que a faixa litorânea brasileira, o que demonstra a complexidade do assunto. “Na CTG Brasil, os indicadores de gestão sócio patrimonial são acompanhados e discutidos pela alta direção da empresa, o que demonstra a relevância do tema”, diz Machado.

Para garantir o compromisso de desenvolvimento sustentável de suas operações, a CTG Brasil desenvolve uma série de iniciativas voltadas à gestão dos seus ativos. Uma das principais iniciativas é o projeto Espaço Legal, um guia disponibilizado às comunidades para a preservação das margens dos reservatórios. Outras ações são o monitoramento por imagens de satélites dos reservatórios das usinas, a estruturação de um centro de monitoramento de gestão patrimonial e a operação do sistema de informações geográfico em operação para gestão territorial.

Realizado nos dias 21 e 22 de agosto, esse é o segundo ano em que o Workshop de Gestão Sócio Patrimonial foi realizado pelos agentes do setor elétrico.

CTG Brasil inicia testes de equipamentos de descarga das usinas Taquaruçu e Rosana

Procedimento visa assegurar as condições ideais de operação no período chuvoso

Para verificar os órgãos de descarga (vertedouros, dutos e comportas) das usinas e garantir que eles estão funcionando adequadamente, a CTG Brasil realiza entre os dias 27 de agosto e 5 de setembro testes e inspeções iniciais nas Usinas Taquaruçu e Rosana, no Rio Paranapanema. Por isso, neste período, pode ocorrer abertura das comportas.

Escoar a água de reservatórios hidrelétricos é um procedimento normal e necessário para o controle de nível no período chuvoso. “A realização dos testes, que antecede o período chuvoso, é ideal para assegurar as condições ideais de operação nas usinas, principalmente quando chegar o período úmido, que vai de novembro a abril”, explica Márcio Peres, diretor de Operação & Manutenção das usinas da CTG Brasil nos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim. Todo o procedimento conta com a coordenação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Para atender moradores da Bacia do Paranapanema, a CTG Brasil disponibiliza o canal Telecheia (0800 770 2428), um atendimento telefônico que funciona todos os dias, 24 horas, com informações sobre as vazões do Rio Paranapanema.

CTG Brasil anuncia novo Diretor de Compliance e Gestão de Riscos

Com 25 anos de experiência profissional, sendo 10 anos no setor elétrico, Claudio Scatena chega para reforçar o compromisso com a ética e a transparência no crescimento da empresa.

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, anuncia Claudio Scatena como o seu novo diretor de Compliance e Gestão de Riscos. O executivo irá se reportar ao CEO da empresa, Li Yinsheng.

“Com a sociedade brasileira cada vez mais consciente e exigente, a construção de uma cultura organizacional baseada na transparência e na ética se torna cada vez mais importante no ambiente corporativo. É com muita satisfação que ingresso na CTG Brasil para contribuir com a companhia nesta jornada”, afirmou Scatena.

Formado em Comunicação e Marketing pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Scatena possui especialização em Gestão de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e cursa atualmente Direito na Universidade Paulista (UNIP). O executivo tem sólidos conhecimentos em Gestão de Risco, Auditoria e Compliance, Lei Anti-corrupção e M&A. Além disso, tem experiência em gestão de pessoas, negociação e conhecimentos em Marketing.

Com 25 anos de experiência profissional, sendo 10 anos no setor elétrico, exerceu cargos de liderança em empresas nacionais e multinacionais. Anteriormente à CTG Brasil, Scatena foi gerente de Ética e Compliance na AES Brasil e Head de Compliance, Gestão de Riscos e Auditoria da Estapar, além de acumular passagem por empresas e instituições como Instituto Ethos, Parmalat e Johnson & Johnson. O executivo também é palestrante de conferências e seminários sobre Compliance.

“A chegada do Claudio Scatena reforça o compromisso da CTG Brasil de promover a ética e a transparência nos seus negócios, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e com geração de valor para as nossas comunidades”, diz Li.

Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira abre inscrições nesta segunda-feira (12)

Em sua 45ª edição, evento conta com patrocínio da CTG Brasil e será realizado entre 30 de outubro e 2 de novembro

Estão abertas a partir de segunda-feira, dia 12, as inscrições para o 45º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, que acontece entre 30 de outubro e 2 de novembro, na Praça da Integração. O evento conta com o patrocínio da CTG Brasil, via Lei de Incentivo à Cultura e é realizado pelo Ministério da Cidadania, pela Secretaria Especial de Cultura e pela Fundação Cultural de Ilha Solteira, em parceria com a prefeitura.

Patrocinar ações que levem lazer e cultura para as regiões em que a CTG Brasil atua, como Ilha Solteira, é uma maneira da empresa participar do desenvolvimento das comunidades vizinhas às usinas que opera.

As inscrições de músicas poderão ser feitas entre 12 de agosto e 20 de setembro, pessoalmente, na Casa da Cultura Rachel Dossi, na Praça dos Paiaguás, s/n – Centro, em Ilha Solteira (SP), das 8h às 11h30 e das 14h às 16h30, de segunda a sexta-feira. Já as inscrições pelos Correios deverão ser enviadas a este mesmo endereço, com o CEP 15385-000. Quem preferir se inscrever pela internet, deve enviar a inscrição para mpbilhasolteira@gmail.com.

O regulamento está disponível tanto no site oficial da prefeitura de Ilha Solteira, www.ilhasolteira.sp.gov.br quanto no do festival, www.festivaisdobrasil.net. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (18) 3743-6022 ou pelo e-mail mpbilhasolteira@gmail.com. Além da competição, o festival contará com shows de artistas consagrados (a programação será divulgada em breve). Premiação do 45º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira:

1º. Lugar – R$ 8.000,00 + troféu
2º. Lugar – R$ 6.000,00 + troféu
3º. Lugar – R$ 4.000,00 + troféu
4º. Lugar – R$ 2.700,00 + troféu
5º. Lugar – R$ 1.700,00 + troféu
6º. ao 14º Lugares – R$ 400,00

“Prêmio Rachel Dossi”
Melhor música de Ilha Solteira – R$ 1.500,00 + troféu

“Prêmio Alcides Garcia”
Melhor intérprete de Ilha Solteira – R$ 1.500,00 + troféu

“Prêmio Tereza Albuquerque”
Melhor Intérprete – R$ 1.500,00 + troféu

“Prêmio Marcos Ayres”
Melhor letra – R$ 1.500,00 + troféu

“Prêmio Clóvis Guerra”
Aclamação Popular – R$ 1.500,00 + troféu

CTG Brasil entrega Núcleo Comunitário reformado e ampliado à comunidade em Cerro Negro

Obra inclui melhorias que beneficiam a população de Campinho

A CTG Brasil acaba de entregar as obras de reforma e ampliação do Núcleo Comunitário para a comunidade Campinho, do município de Cerro Negro, em Santa Catarina. As obras incluíram melhorias na igreja, no salão de festas e na escola primária, além de estruturas de apoio para eventos e festividades, como novos banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, vestiários, cozinha e churrasqueiras. A reforma e ampliação das instalações fazem parte das obras compensatórias relacionadas à Usina Garibaldi, operada pela CTG Brasil.

“Essa ação vai ao encontro do objetivo da CTG Brasil de participar da vida e do desenvolvimento das comunidades nas regiões em que atuamos, uma das nossas prioridades. A nova estrutura entregue representa um benefício para a comunidade, na medida em que oferece espaço renovado para utilização pública em celebrações, reuniões, confraternizações, configurando um novo ponto de encontro e melhorando a qualidade de vida”, afirmou Ronan Max Prochnow, coordenador de Meio Ambiente da UHE Garibaldi.

Durante a cerimônia, o coordenador de Meio Ambiente repassou em ato simbólico as chaves para o prefeito de Cerro Negro, Adenilson Conrado, e representantes da Associação de Moradores e Produtores Rurais, juntamente com a assinatura da documentação de entrega e conclusão dos serviços.

Em março deste ano, a CTG Brasil entregou à comunidade a reforma do Centro Comunitário Araçá, também em Cerro Negro (SC), e, em abril, uma nova igreja para a Comunidade Rodeio da Pedra, de Campo Belo do Sul (SC), outro município banhado pelo reservatório da Usina Hidrelétrica Garibaldi.

Projeto da CTG Brasil e Bio Bureau é um dos vencedores do Prêmio Brasil Bioeconomia 2019

A pesquisa de controle biotecnológico do mexilhão-dourado para reduzir a reprodução da espécie foi premiada na Categoria Ideias

Um projeto financiado pela CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, e executado pela startup de biotecnologia Bio Bureau foi um dos vencedores da edição 2019 do Prêmio Brasil Bioeconomia, a mais importante premiação sobre biotecnologia do País. A iniciativa, ganhadora na categoria Ideias, foi a pesquisa de controle biotecnológico do mexilhão-dourado, espécie invasora de origem asiática que afeta a operação das hidrelétricas e reduz a geração de energia elétrica dos empreendimentos.

A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu hoje durante o Fórum Brasil Economia 2019, uma iniciativa da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI). Realizado em São Paulo, o evento reuniu mais de 200 representantes da indústria, governo, imprensa, investidores, academia e sociedade civil. A CTG Brasil foi representada na premiação pelo gerente de Meio Ambiente, Rogério Marchetto e pelo gerente de Pesquisa & Desenvolvimento, Carlos Nascimento. O prêmio foi recebido pelo sócio fundador da Bio Bureau, Mauro Rebelo.

“O respeito ao meio ambiente e o desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor elétrico brasileiro são pilares estratégicos da CTG Brasil. A conquista deste prêmio, reconhecendo o pioneirismo da iniciativa, é uma prova de que estamos no caminho certo, trabalhando com os melhores parceiros para inovarmos e contribuirmos para o desenvolvimento sustentável de nossas operações”, afirma o diretor de Saúde, Segurança, Qualidade, Meio Ambiente e Patrimônio da CTG Brasil, Aljan Machado.

O projeto do controle genético do mexilhão-dourado, realizado no âmbito do programa de Pesquisa & Desenvolvimento da ANEEL, é uma pesquisa pioneira no Brasil e tem como objetivo mitigar os impactos econômicos e ambientais causados pelo molusco da espécie Limnoperna fortunei. Considerado um invasor, ele não tem predadores naturais na fauna brasileira e se aloja nos sistemas de captação de água das turbinas de geração, comprometendo a operação, além de ser um risco para os ecossistemas aquáticos, causando desequilíbrios na fauna e flora locais.

Dentre os prejuízos socioambientais causados pela proliferação desordenada do molusco estão: 1) a destruição da vegetação aquática; 2) a ocupação do espaço e disputa por alimento com moluscos nativos; 3) prejuízos à pesca, uma vez que os peixes não conseguem digerir a casca dura do animal e acabam morrendo; 4) entupimento de canos e dutos de água, esgoto e irrigação; 5) prejuízos à navegação; e 6) impactos à geração hidrelétrica.
No caso da produção da energia elétrica, os moluscos, ao se prenderem às turbinas, grades, filtros e sistemas de resfriamento, reduzem a eficiência dos equipamentos e obrigam as empresas a fazerem paradas para a manutenção das máquinas. De acordo com a Bio Bureau, a necessidade de retirada dos mexilhões obriga as usinas a interromperem, em média, as suas operações por três dias ao ano, gerando um custo de manutenção que varia de R$ 220 mil a R$ 1,4 milhão anuais.

Para enfrentar este problema, que afeta 40% das hidrelétricas brasileiras, a CTG Brasil, a Bio Bureau e o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai (CETIQT) estão pesquisando a criação de um mexilhão geneticamente modificado que gera apenas descendentes estéreis e, assim, reduz as taxas de reprodução do molusco, combatendo a sua proliferação descontrolada. A erradicação da espécie solucionaria os impactos negativos causados pela infestação nas águas brasileiras.

Para a alteração do genoma, foi utilizada a tecnologia CRISPR, capaz de reescrever o código genético do molusco. O resultado esperado após 10 anos é controlar a população do mexilhão, livrando o ecossistema dos seus impactos. Iniciada em 2017, a pesquisa está agora na terceira fase e conta com investimento total de R$ 8,12 milhões.

“O prêmio é um importante reconhecimento dos avanços que estamos alcançando na busca de uma solução definitiva para a infestação do mexilhão dourado. A tecnologia do Gene-drive ambiental é bastante nova e estamos trabalhando na fronteira do conhecimento para criar um produto inovador, que seja eficaz e ambientalmente responsável”, afirma Rebelo.

Os vencedores do Prêmio Brasil Bioeconomia 2019 foram escolhidos por um painel multidisciplinar de jurados que incluiu representantes nacionais e internacionais da academia, investidores, organismos não-governamentais, órgãos de fomento e das empresas patrocinadoras do evento. Mais informações sobre o Prêmio podem ser obtidas pelo site https://www.bioeconomia.com.br.

CTG Brasil anuncia novo diretor de Operações para usinas dos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim

Com 30 anos de experiência no setor elétrico brasileiro, o engenheiro Márcio José Peres assume a posição responsável pela operação de 10 usinas

A CTG Brasil, segunda maior geradora privada de energia do País, anuncia Márcio José Peres como diretor de Operações e Manutenção das usinas nos rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim. São 10 usinas, sendo oito hidrelétricas no rio Paranapanema e duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no rio Sapucaí-Mirim.

“Para mim, é uma satisfação fazer parte da equipe da CTG Brasil. A empresa tem um planejamento de longo prazo aqui no Brasil, que inclui projetos de modernização com o objetivo de termos operações e usinas ainda mais eficientes. Estarei diretamente envolvido nesses projetos e fico feliz de fazer parte desse processo a partir de agora com uma equipe comprometida em trazer ganhos para o setor elétrico brasileiro”, reforçou Peres.

Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC, Peres possui sólidos conhecimentos no desenvolvimento de projetos, construção e operação de hidrelétricas. O executivo também possui formação em liderança e gestão de pessoas, com treinamentos da Florida Christian University, e da Fundação Dom Cabral, além de curso internacional pela INSEAD.

Com 30 anos de experiência no setor elétrico, Peres ocupava anteriormente a posição de diretor estatutário de subsidiárias integrais de Geração da Cemig. Na estatal mineira, o executivo exerceu diversos cargos de liderança e foi membro titular do conselho de administração das SPEs UHE Itaocara SA e Guanhães Energia SA, além de membro titular do conselho de administração da holding Cemig.

Para o vice-presidente de Geração e Comercialização da CTG Brasil, Evandro Vasconcelos, a chegada de Peres ao time de O&M vai permitir que a empresa avance com ainda mais agilidade os projetos que tem no Brasil. “Pensando na área de atuação do Márcio, concluímos recentemente a modernização da Usina Capivara e temos planos de iniciar em breve a de Rosana. E ele com toda a sua experiência com certeza vai nos ajudar a tocar esse e outros projetos com sucesso.”